sábado, 21 de novembro de 2009

Rogério Sales ( Algumas considerações sobre arranjo para guitarra)



Rogério Sales
Rogério Sales cursa bacharelado em música com habilitação em guitarra na Escola Superior de Música da Faculdade Cantareira, é sideman e musico de estúdio.



Algumas considerações sobre arranjo para guitarra, seja “ao vivo”, seja no estúdio.

A - Considerar resolver tudo numa única linha de guitarra
- Fraguimentar (usar mais de uma linha de guitarra pra cada parte da música)

B - Utilizar uma única linha de guitarra para cada parte da música
- Dobrar essa mesma guitarra

C - Dobrar com o mesmo som de guitarra
- Dobrar com outro som

D - Utilização de distorção
- Uso de outros efeitos (modulação, ambiência, etc.).
- Combinações

E - Considerar a resolução de cada parte através de:
- Acorde (fraguimentado ou não)
- Melodia (valorizando a idéia seqüencial)
- Ritmo (este combinado a acordes, melodias ou não)

F – considerar a questão da dinâmica
- Adição de instrumentos (ou acréscimo de linha(s) diferente para um mesmo instrumento)
- Retirada de instrumentos (o instrumento aparece em um trecho da musica)
Obs: Com relação a utilização de timbres, é importante destacar que mesmo som de guitarra pode ser usado de diversas formas.
- Valorização do silêncio
Menos Vs Mais


G - Considerar a utilização de palheta
-tipo de palheta
- Considerar a utilização dos dedos
- Polegar (Wes montgomery)
- Uso de todos os dedos (Fernando Correa)
Combinar
- Palheta e dedos (Marquito Cavalcante)

H - Acessórios/ técnicas alternativas
Alavanca
Slide
Capotraste
Sons percussivos
Harmônicos
Obs: utilize o bom senso sejam quais forem suas escolhas, veja se a sua opção é coerente ao tipo de repertorio.


Ivan Teixeira workshop (dinâmica)

Me lembro várias vezes de ter visto excelentes bandas, com excepcionais músicos, tocando algum tema muito interessante, entretanto sem nenhuma dinâmica. Soando tudo muito forte ou fraco, sem variações. Um desperdício. Agora é bem verdade que escutei formações até grandes com bastante músicos, utilizando desse ótimo recurso de dinâmica, alternando e graduando volumes de acordo com a interpretação e o trecho da música.
Do que é feito um ótimo locutor? De uma voz grave e potente ? Ou da capacidade de interpretar um texto a ponto de prender a sua atenção e criar em sua mente paisagens, tensões, dramas, conflitos ou até mesmo desejo ? Fico com a segunda opção disparadamente.
Isso deve ser uma constante musical também. Seu instrumento, mesmo de percussão precisa se adequar a dinâmica. Você precisa ter sensibilidade pra perceber os momentos certos dos quais você deverá tocar com mais vigor e outros que você deverá ser delicado e gentil. Tudo isso pode parecer subjetivo, mas escute música clássica: CHOPIN, TCHAIKOVSKY, ERIK SATIE, MOZART, etc. Você entenderá mais facilmente essa relação de dinâmica.
Tudo isso faz parte de uma habilidade do músico que é mais importante de todas: OUVIR. Escute a música, perceba os momentos de tensão e relaxamento. Um guia básico para canção:
1. A introdução deve ser média
2. A estrofe (cantada da primeira vez) suave
3. O refrão (cantado da primeira vez) médio
4. A estrofe (novamente) média
5. Refrão e suas repetições finais, forte e fortíssimo.

Isso não deve ser regra, mas é um bom começo. Você pode variar essas opções, o que inclusive dará outra sonoridade para música até mesmo utilizando-se do mesmo arranjo.
A capacidade de interpretar uma melodia, faz o músico mais sensível e mais apurado. Quando é possível perceber estas nuances na execução de uma banda inteira, o resultado é muito mais perceptível
Imagine o baixista, o baterista, o guitarrista e o tecladista respeitando nos mesmos momentos a dinâmica pré-estabelecida. A voz aparecerá muito mais e aquela “barulheira” ainda que bem tocada, deixará de existir.

Não se iluda achando que isso não faz a diferença. Estudar música requer uma mudança na postura de tocar o instrumento. A forma como você o encara, muda muito na produção e qualidade do seu som.


Ivan Teixeira (leitura rítimica)

Leitura rítmica – o indispensável para qualquer tipo de músico


Sabe aquela convenção super difícil que você fica 40 minutos para aprender? E aquela pequena passagem é tão complexa que desgasta todo mundo com tantas repetições pra conseguir absorvê-la? E que pra piorar, no dia de tocá-la em um evento de verdade todo mundo erra?

Você não está sozinho nessa. Isso é um problema muito mais comum do que você imagina.
Agora, por que isso acontece? Muito se falou e ainda sim é dito que o músico que aprende partitura acaba “engessado”, “duro” e “sem pegada”. Um grande engano. A verdade é que música não deixa de ser um código e se alguém resolve estudá-lo como pura matemática, também vai conseguir ser chamado de “músico”, mas isso é uma outra questão bem mais polêmica.

Se você estudar esse código com a sua boa musicalidade, com certeza vai tirar muito proveito disso. O primeiro benefício é a capacidade de ter a leitura rítmica. Recomendo o livro para o aprendizado da leitura rítmica o famoso “POZZOLI”. Pode ir em qualquer loja de instrumento musical ou partituras que você irá encontrá-lo lá. É complicado estudar sozinho, mas você pode contratar um professor que saiba ou um amigo. No pior das hipóteses se oriente através da própria explicação que existe no livro.

Com este método você será capaz de assimilar com muito mais precisão a relação das divisões rítmicas bem como identificá-las auditivamente. Será capaz até mesmo de escrevê-las quando ouvir as figuras em algum trecho de música ou isoladas.

A rápida associação com a vivência rítmica lhe dará condição de ouvir qualquer convenção rítmica de qualquer música e imediatamente associá-la ao que estudou. Dessa forma você interiorizará a relação de tempo entre as notas e você conseguirá “decorar” quase que instantaneamente.

Mas não se esqueça de escrevê-la, pois você também poderá se esquecer e deve se precaver, agora de uma forma sistemática, exata e sem dúvidas.
Você perceberá que isso lhe dará uma condição de aumentar a velocidade de aprender uma nova música com a sua banda e lhe dará segurança pra executar todos os trechos das músicas, dando condição de você até mesmo criar variações como novos arranjos para músicas que sempre são executadas da mesma maneira.

Samuel Mattos (coodernador dos estúdios da RTM)

Efeitos que enganam nosso ouvido

O tema que quero propor hoje é um pouco subjetivo, mas na prática este fenômeno ocorre o tempo todo com àqueles que de uma forma ou de outra lidam com áudio, trata-se dos efeitos psico-acústicos.

Já deve ter ocorrido com você, minutos depois de entrar em um ambiente qualquer onde uma música estava sendo executada, você sente algo diferente; pode ser um restaurante, um supermercado, um aeroporto, o efeito é marcante. A primeira sensação que sentimos é de um pouco de desconforto (lógico que não estou falando de sons muito altos), isto é causado pelo tempo mínimo necessário que o nosso sistema auditivo precisa para se adaptar; à acústica do ambiente, ao tamanho ( eco, delay), a reflexividade das paredes ( as quais provocam muita ou pouca reverberação ), presença de ruídos ( máquinas, ventiladores, etc ), até a luminosidade influi.

Passados alguns instantes deste impacto inicial, seu sistema auditivo já esta completamente adaptado, ou seja, se você não é um profissional treinado para perceber e compreender essas coisas, você vai achar que elas nem estão mais ali. E é exatamente isso que diferencia você operador de áudio, das outras pessoas que vão ouvir o som que você esta controlando. O operador de áudio tem que levar em consideração os fatores psico-acústos que interferem na sua mixagem. O exemplo mais prático que podemos comentar é o da falta de pessoas no ambiente quando passamos o som, e depois quando o salão já esta cheio. Você regula tudo certinho mas, mais tarde, quando o salão esta cheio, o som soa totalmente diferente. Isto é natural porque em um ambiente vazio a reverberação é muito maior do que em um cheio. As frequências de agudos serão maiores no ambiente vazio do que em um cheio, até o calor e a umidade influenciam.

Lembre-se cada indivíduo vai reagir de um modo diferente ao som produzido, ainda temos aqueles que tem um ouvido mais treinado do que outros, uns com alguma deficiência, além é claro das questões de gosto particular. Parece complicado lidar com um número tão grade de fatores, mas aí entra sua experiência, o equalizador gráfico é um grande aliado seu, um pequeno ajuste para menos nos graves gerais, você tira a sensação de peso e impacto que pode não ser agradável aos mais idosos, um pequeno ajuste para mais nos médios poderão ressaltar os vocais das músicas que ninguém entende a letra, os agudos então, podem causar a sensação de agressividade ou nitidez aos ouvidos.

Não estou querendo dizer aqui que você deve alterar a todo momento sua curva gráfica, não, ela deve ser calibrada conforme a acústica do ambiente e também o tipo de cobertura sonora de suas caixas, mas, pequenos ajustes de 3dB nas frequências principais podem causar um efeito muito benéfico ao seu trabalho. Por isso ouça, ouça muito, treine seus ouvidos, tire o máximo de seus equipamentos, só assim você vai poder tornar agradável a audição das suas mixagens.

Samuel Mattos

Samuel Mattos (coodernador dos estúdios da RTM)

Efeitos que enganam nosso ouvido
O tema que quero propor hoje é um pouco subjetivo, mas na prática este fenômeno ocorre o tempo todo com àqueles que de uma forma ou de outra lidam com áudio, trata-se dos efeitos psico-acústicos.

Já deve ter ocorrido com você, minutos depois de entrar em um ambiente qualquer onde uma música estava sendo executada, você sente algo diferente; pode ser um restaurante, um supermercado, o barzinho, um aeroporto, o efeito é marcante. A primeira sensação que sentimos é de um pouco de desconforto (lógico que não estou falando de sons muito altos), isto é causado pelo tempo mínimo necessário que o nosso sistema auditivo precisa para se adaptar; à acústica do ambiente, ao tamanho ( eco, delay), a reflexividade das paredes ( as quais provocam muita ou pouca reverberação ), presença de ruídos ( máquinas, ventiladores, etc ), até a luminosidade influi.

Passados alguns instantes deste impacto inicial, seu sistema auditivo já esta completamente adaptado, ou seja, se você não é um profissional treinado para perceber e compreender essas coisas, você vai achar que elas nem estão mais ali. E é exatamente isso que diferencia você operador de áudio, das outras pessoas que vão ouvir o som que você esta controlando. O operador de áudio tem que levar em consideração os fatores psico-acústos que interferem na sua mixagem. O exemplo mais prático que podemos comentar é o da falta de pessoas no ambiente quando passamos o som, e depois quando o salão já esta cheio. Você regula tudo certinho mas, mais tarde, quando o salão esta cheio, o som soa totalmente diferente. Isto é natural porque em um ambiente vazio a reverberação é muito maior do que em um cheio. As frequências de agudos serão maiores no ambiente vazio do que em um cheio, até o calor e a umidade influenciam.

Lembre-se cada indivíduo vai reagir de um modo diferente ao som produzido, ainda temos aqueles que tem um ouvido mais treinado do que outros, uns com alguma deficiência, além é claro das questões de gosto particular. Parece complicado lidar com um número tão grade de fatores, mas aí entra sua experiência, o equalizador gráfico é um grande aliado seu, um pequeno ajuste para menos nos graves gerais, você tira a sensação de peso e impacto que pode não ser agradável aos mais idosos, um pequeno ajuste para mais nos médios poderão ressaltar os vocais das músicas que ninguém entende a letra, os agudos então, podem causar a sensação de agressividade ou nitidez aos ouvidos.

Não estou querendo dizer aqui que você deve alterar a todo momento sua curva gráfica, não, ela deve ser calibrada conforme a acústica do ambiente e também o tipo de cobertura sonora de suas caixas, mas, pequenos ajustes de 3dB nas frequências principais podem causar um efeito muito benéfico ao seu trabalho. Por isso ouça, ouça muito, treine seus ouvidos, tire o máximo de seus equipamentos, só assim você vai poder tornar agradável a audição das suas mixagens.

Samuel Mattos

Marcos Witt



Fundador da Lidere, Marcos Witt estará no Brasil para o lançamento do projeto “Um Milhão de Líderes” e para participar da Conferência de Liderança, junto com John C. Maxwell e John Vereecken, além disso, promoverá um Concerto Musical, que acontecerá no dia 1 março de 2008, na Igreja O Brasil para Cristo - Pompéia - São Paulo, confira a entrevista:

GMC: Quais as expectativas para o Mega Concerto no Brasil com a turnê Alegria?
As minhas expectativas são muito grandes em relação às coisas que Deus têm para fazer por meio deste concerto. A palavra de Deus nos diz que quando seu povo se une, coisas grandes acontecem. Assim, estou muito emocionado o fato de poder visitar esta terra novamente e compartilhar com meus irmãos brasileiros. Além disso, acredito que o Brasil é um país com músicas muito boas e excelentes músicos. Portanto, é um privilégio poder servir nesta nação, compartilhando as boas novas de Jesus Cristo. Se que teremos um tempo de intimidade com Deus e sobre tudo muita “Alegría”.

GMC: Você é compositor da maioria das músicas. Como é o processo de composição das músicas, quais suas inspirações?
Deus me deu canções de diferentes temas, em diferentes formas e em diferentes lugares. Por exemplo, escrevi muitas músicas em momentos de intimidade com Deus ou momentos em que Ele me visitou. Algumas eu comecei a cantar com o próprio Deus ao ouvido, como “Acende uma luz”, outras foram no banho como “me Renove” e outras simplesmente em momentos de reflexão e meditação como “Deus foi bom”, entre outras. Do mesmo modo, tenho composto canções enquanto estudo a palavra de Deus, mas sobre todas as coisas me conectando com Ele e ouvindo, sempre atento, Sua voz. Quanto a minha inspiração, só posso dizer que foi e será sempre meu amor e agradecimento a Deus.

GMC: Suas músicas, traduzidas e adaptadas por outros cantores, tem respeitado a versão original?
Até onde sei, os cantores respeitaram as versões originais. Alguns têm feito diferentes acertos nas canções, mas entendo que muitos deles são necessários no momento de fazer traduções. Contudo, não sei se eles cantam da mesma maneira em que a canção foi feita e se tocam no idioma espanhol.

GMC: Qual sua relação com a web? E o que acha do crescimento da música gospel na internet?
A Internet e o mundo digital são o futuro da música, realmente é uma iminente revolução. É impossível deter e devemos aproveitá-la da melhor maneira.

GMC: Deixe uma mensagem para os internautas do Gospel Music Café.
BRILHEM a luz de Cristo com todas suas forças. Há muita gente que precisa de um sorriso, um abraço, um beijo. Deixem que o mundo seja afetado pelo amor de Deus que há dentro de seu coração.

Ping Pong
Nome: Jonathan Marcos Witt Holder
Lugar de Nascimento: San Antonio, Texas
Onde mora: Houston, Texas
Estado Civil: Casado
Comida Preferida: Mexicana
Cantor preferido: Michael Bublé
Um defeito: Impaciência
Um hobby: Golf
Uma pessoa que não esquece e Porque? Meu pai Frank Warren, pelo exemplo que me deu, a influência que significou e o enorme legado que me deixou.



segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Novo álbum Leeland: Love is on the move



No dia 25 de agosto, a premiada, amada, aplaudida e aclamada banda Leeland lançará sua mais nova obra, chamada “Love Is On The Move”, pela Essential Records. A música apaixonada e progressiva da banda Leeland já é muito bem conhecida por criar uma “movimentação” entre uma nova geração de adoradores. “Love is On The Move” dá prosseguimento à missão da banda de chamar os que crêem para assumir um papel mais ativo, sendo as mãos e pés de Jesus na terra para que seu reino continue invadindo o mundo. Com uma nova coleção de músicas verticais, as canções poderosas e melodias penetrantes do Leeland estão destinadas a gerar um novo avivamento na igreja.

Faixas:
1. The Door
2. Follow You (Com Brandon Heath)
3. Via Dolorosa
4. Pure Bride
5. Carry Me On Your Back
6. New Creation
7. Lift Your Eyes Up
8. Weak Man
9. Love Is On The Move
10. Learn To Love
11. Holy Spirit Have You Way
Selo/Gravadora: Essential Records

Fruto Sagrado anuncia novo vocalist



Além do CD novo, a banda Fruto Sagrado também conta com um novo vocalista. Depois da decisão de Marcão de não continuar com o grupo, os integrantes Sylas e Bene foram em busca de uma nova voz para comandar esse novo momento. O nome de Vanjor surgiu após muito tempo de procura e estruturação.

Vanjor foi vocalista de bandas da área de São Gonçalo, Rio de Janeiro. Ele chegou a cantar com Henri Passos em uma banda e foi back vocal em outros trabalhos. Possivelmente tenha sido por esse caminho que Vanjor encantou o Fruto Sagrado.

Apesar da juventude e do anonimato, Vanjor já está arrancando elogios dos fãs. Na comunidade oficial do Fruto Sagrado no Orkut há alguns depoimentos de quem já o viu cantando.

Muitos estão curiosos sobre a voz de Vanjor e como ela se encaixará no álbum especial de 20 anos, mas isso só deve ser revelado junto com este CD especial, neste mês. O álbum atualmente está em fase final de mixagem e logo seguirá para masterização e prensagem.

A banda/gravadora Fruto Sagrado fechou um contrato com uma grande distribuidora que já se prepara para colocar o 20 Anos à venda em todas as lojas. As músicas desse trabalho serão regravações do repertório do Fruto Sagrado, com roupagens totalmente novas e diferentes de grandes sucessos e de canções que mereciam um destaque melhor.

No blog oficial do Fruto Sagrado você pode conferir fotos de Vanjor e do making off de toda a produção do álbum de 20 Anos do Fruto Sagrado

Oficina G3 no Grammy Latino


Após receber três indicações ao Grammy Latino, Juninho Afram, Jean Carllos, Duca Tambasco e Mauro Henrique conquistaram o Grammy Latino 2009. A banda Oficina G3 compareceu em peso à Las Vegas para a décima edição da premiação. Além dos integrantes do grupo, marcaram presença na cerimônia Alexandre Aposan (baterista), Ivan Miranda (empresário), Teka e Naomi (esposa e filha de Duca).

Minutos antes do anúncio do vencedor, a apreensão era grande. Além do Oficina G3, disputaram o prêmio na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa Marina de Oliveira, Jozyanne, André Valadão e Régis Danese. Quando a apresentadora Bárbara Palácios pronuciou: Oficina G3, a celebração foi grande. "Estamos muito felizes. Esse prêmio representa muito para nós e queremos repartir e agradecer a todos os membros da academia do Grammy Latino, nossos familiares, nossos amigos, a nossa gravadora MK Music e a todos aqueles que acreditam no nosso trabalho. Que tudo isso aqui possa ser motivo de alegria pra galera do Brasil que está ligada. Dios bendiga", declarou Juninho Afram durante o agradecimento na cerimônia com o gramofone nas mãos.

O Oficina G3 recebeu centenas de mensagens de congratulações pela internet: twitter, orkut, e através dos sites da banda e da MK Music, gravadora que conquista seu terceiro Grammy Latino. "Foi uma vitória merecida, a terceira indicação! Fico muito feliz porque eles trabalham muito. Achei justíssimo, embora o meu coração de mãe quisesse que a Marina ganhasse. Parabéns Oficina G3, vocês lutaram bravamente, e mereceram o Grammy", declarou a presidente da gravadora, Yvelise de Oliveira ao jornalismo do Grupo MK, pelo rádio direto de Las Vegas.

Marina de Oliveira, que também está em Las Vegas, parabenizou a banda. "Está tudo maravilhoso. Estou filmando muito os meninos aqui, e muito feliz por eles. Foi tudo lindo, tiramos muitas fotos no tapete verde ... uma grande emoção. Parabéns Oficina G3!", declarou a diretora artística da MK Music, que está aproveitando o momento com toda a "delegação" da gravadora.


segunda-feira, 9 de novembro de 2009

LEELAND adoradores de cristo





Leeland Mooring este é o nome do vocalista e guitarrista, Leeland este é o nome da Banda, é isso parece estranho mais é assim mesmo. A Banda Leeland começou em 2005 e tem muito a ver com o vocalista e seu irmão Jack, Leeland começou a compor aos 11 anos, aos 14 anos junto com seu irmão, e começaram a participar de concursos e viajar para missões até que foi descoberto por Michael W. Smith em uma de suas apresentações. Michael gostou tanto que chamou Leeland(O vocalista) para escrever junto com ele.A banda Leeland tocava semanalmente nas reuniões de Jovem em Nashville, Texas, USA, hoje já viaja o Mundo Inteiro. Detalhe Leeland Mooring nasceu em 1989 faça as contas...

sábado, 7 de novembro de 2009

Marcha para jesus continuação

Nesta 17ª edição da Marcha para Jesus na cidade de São Paulo vimos todos os ritmos misturados, todas as gerações e congregações unidas por muitos propósito, inclusive Jesus.

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Durante a tarde, Ap. Estevam Hernandes deu uma coletiva sobre a marcha, falando sobre a honra que é ter o dia da marcha e do evangélico com lei nacional assinada pelo presidente Lula. Aproveitamos o momento para perguntar a ele, qual era a sensação de, depois de tanto tempo fora do país, voltar e ver a marcha receber tanta gente, gente que durante todos dia mostrou seu apoio ao casal, ele respondeu que é uma sensação indiscritivel o carinho isso os torna devedor do amor que as pessoas tem por eles e por esse entendimento de sermos uma família, um corpo de Cristo abençoado.

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Durante toda a tarde muitos dos cantores e bandas, como Carlinhos Felix, Ao Cubo, Paulinho Macuco, Resgate e entre outros, que passaram, pelo palco montado no campo de marte, deram entrevistas falando sobre a importancia da marcha para o povo brasileiro.

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A grande atração deste ano, além das 5 milhões de pessoas aguardadas pela Renascer, foi o Third Day, banda americana pela primeira vez veio ao Brasil e também pela primeira vez em sua história tocou para um público de cerca de milhão de pessoas. Em todo o tempo muito felizes e agradecidos pelo amor e carinho que foram recebidos, a banda tocou durante 40 minutos os hits de sua carreira como “God of wonder”, ”Sing a song”, “Rockstar”,”Cry out to Jesus” e a nova ”Revelation” também titulo do novo albúm da banda, entre outras. Para finalizar a apresentação, cantaram “Agnus Dei” em inglês e em português com auxilio de músicos da Renascer.

Fotos da Marcha para Jesus:

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Fonte: Gospel+

Marcha para jesus



Marcha para Jesus em São Paulo: Polícia e organização divergem quanto ao número de participantes

Mais de 1 milhão de pessoas, segundo dados da Polícia Militar (PM) de São Paulo, participaram da 17ª edição da Marcha para Jesus, realizada durante esta segunda-feira, na capital paulista. Ainda de acordo com a PM, os participantes, que saíram da estação Tiradentes do Metrô, por volta das 10h, chegaram na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na zona norte de São Paulo, por volta das 13h30. A polícia informou que a marcha ocorreu sem transtornos.

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Antes do evento, a igreja Renascer em Cristo estimava atrair cerca de 5 milhões de pessoas à caminhada. A assessoria de imprensa da entidade afirma que “provavelmente mais” gente participou do encontro mas, como o público é itinerante, enquanto alguns fiéis deixavam a caminhada, outros chegavam. A capacidade da praça, no entanto, é de 1 milhão de pessoas. Após o evento, a assessoria disse que não se manifestaria em relação a números, já que a PM elaboraria o levantamento, mas no dia seguinte soltou notas de imprensa afirmando que foram 6 milhões de participantes.

Quebra de Record

Em nota oficial a Igreja Renascer afirma que “Está foi a maior Marcha de todos os tempos”. O presidente nacional da Marcha Para Jesus, Ap. Estevam Hernandes, afirmou que foi quebrado “o recorde de público da Marcha neste ano”, contrariando os números da PM.

Estevam Hernandes também salientou que “a Marcha tem sido um fator de agregação. Estamos satisfeitos e agradecidos a Deus, porque a Marcha não carrega a bandeira de nenhuma igreja ou de uma organização específica. A visão da Marcha é exatamente o congregar de todas as igrejas para que possamos exaltar o nome do Senhor Jesus”

Um dos poucos anos que a PM e a organização concordaram em números foi em 2007, quando compareceram aproximadamente 3 milhões de pessoas.

Fonte: Terra e Gospel+