sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

U2 faz música com fé sem rótulo de rock cristão

O U2 tem uma carreira admirável no rock ‘n’ roll, tipo de música notório por recompensar artistas que cantam sobre coisas mais simples do que o mundo em que vivemos e o lugar que nele ocupamos.

A banda – ou, em alguns casos, apenas Bono, seu homem de frente – já desempenhou o papel de pop star, pária, filho pródigo e proselitista. Porém, ao longo de seus 30 anos de carreira, a espiritualidade do U2 nunca rotulou sua música como rock cristão - estigma considerado medíocre no circuito comercial da música. O U2 vem mantendo primorosamente tanto seu lado espiritual como seu lado laico - em proporções que não limitariam seu alcance de público.


Greg Garret, professor da Baylor University e autor do livro “We Get to Carry Each Other: The Gospel According to U2” (Nós temos que nos apoiar: o evangelho segundo o U2), afirma que o rock cristão se tornou uma frase tóxica no pop por uma boa razão: “Temos a arte cristã, onde a arte é menos importante do que seu lado cristão. As crenças do U2 são filtradas em seu trabalho, mas nem por isso essa é a razão principal para que eles façam música”.

A reverenda Genevieve Razim, pastora associada da Palmer Memorial Episcopal Church, é quem diz: “Em minha posição episcopal, meu palpite sempre foi de que o moderno e o cristão podem ser compatíveis; e o U2 confirmou isso para mim. São inúmeras as mensagens na mídia de que ser cristão é o mesmo que ser rígido e intolerante, e eis que vem essa banda de rock fazendo perguntas importantes e expressando sua fé”.

Sendo assim, há anos o U2 vem fazendo canções sobre paz, justiça, espiritualidade e mistérios, e sua maneira de fazê-las revela uma inclinação ao que é elevado - seja o uso de salmos no início de sua carreira até sua visão panorâmica do mundo nos dias de hoje.

É importante ressaltar que o som do U2 tem muito a ver com seu sucesso de longa data. A banda Creed, por exemplo, é incessantemente criticada por fazer música copiada. A música do U2, porém, apesar de constantes mudanças, sempre foi imediatamente identificada como sendo única: seja a voz, os efeitos de guitarra ou a marcha militar da percussão. Como a música de Johnny Cash ou Nusrat Fateh Ali Khan, o som do U2, além de espiritual, é uma constante celebração (salvo algumas vezes em que mostra indignação), ao mesmo tempo em que atravessa limitações que alguns venham a encontrar em sua fé.

Fé particular

A arte de qualidade – seja ela religiosa ou não – deve ser imbuída de uma experiência reveladora para aqueles que a testemunham e a consomem.

Ainda assim, o U2 guarda uma relação tênue com o cristianismo. Os integrantes da banda são de uma época de sangrento conflito religioso em seu país de origem, a Irlanda. Três deles – Bono, o guitarrista The Edge e o baterista Larry Mullen Jr. – eram membros de uma comunidade cristã em Dublin que, segundo consta no livro de Garrett, os levou a acreditar que a vida no rock e a vida seguindo aquela fé não seriam compatíveis.

Garret questiona: “O que você faz quando é ferido pela instituição, mas ainda ama Deus?”

Uma reação é abandonar aquela instituição e começar sua própria. De certa forma, foi o que o U2 fez - apresentando ao público uma fé particular. A outra é tentar consertar a instituição já existente, que é o que Bono vem tentando fazer recentemente, proferindo palestras em igrejas por toda a América para estimular o auxílio à África.

Como é evidente no título de um dos maiores sucessos da banda, “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” (eu ainda não encontrei o que eu procuro), ele se encontra em uma busca interior, o que pode ter um efeito profundo naqueles que igualmente buscam por algo espiritual - e isso, juntamente com sua música, poderia explicar o extenso poder de atração que o U2 desperta.

Ainda assim, ter certeza de que esse “algo” foi encontrado é anular esse “algo” enquanto fé. Garrett destaca: “Muitos americanos estão comprometidos com uma visão de fé como uma crença absoluta. São pessoas que ficam sentadas olhando para o relógio. E foi para essa tarefa que Bono convocou as igrejas americanas: este modelo de salvação que ignora o fato de que fomos colocados aqui por uma razão especial, além da salvação pessoal. E é isso o que ele tem de mais persuasivo a oferecer: a ideia de que estamos juntos nessa jornada, caímos e nos levantamos juntos, carregamos uns aos outros”.

A faixa título do último álbum da banda, No Line on the Horizon (nenhuma linha no hrizonte) – o álbum mais voltado para a espiritualidade desde os primórdios do U2 – parece ser prova disso. Existe a imagem em si, a ausência de uma linha, um destino final. A canção também trás duas frases que valem ser destacadas: “O infinito é um bom lugar para começar”, e “O tempo é irrelevante, não é linear”.

Razim acha isso parecido com a abertura do Mar Vermelho. “Para mim, é como Deus abrindo um caminho onde parecia não haver caminho algum”. É a visão abrangente do cosmo, e do que está além dele, que não combina bem com a idéia do céu como um final de partida vitorioso. Tanto é que Bono disse à revista evangélica Christianity Today: “Costumo achar que a religião obstrui o caminho de Deus”. E The Edge falou à Hot Press em 2002: “Ainda tenho uma vida espiritual, mas não sou muito fã da religião por si só”.

Turnê eclesiástica

A Christianity Today definiu a turnê de Bono pelas igrejas americanas para incentivar o auxílio à África como “uma experiência de igrejas que deixam Bono com uma eclesiologia tão frágil que mede a missão da igreja quase que exclusivamente em termos geográficos”.

Garrett, porém, vê progressos nos trabalhos não-musicais de Bono. “Acho que hoje em dia mais pessoas acreditam nesta ideia de que a igreja precisa ser mais responsiva às necessidades do mundo e menos focada na salvação pessoal - especialmente entre os cristãos jovens. Acho que eles estavam na linha de frente disso”.

A música da banda encontrou seu caminho nas igrejas americanas através do serviço eucarístico U2charists, que vêm sendo realizado nos últimos seis anos.

Razim supervisionou dois deles na Palmer Memorial Episcopal Church: na passagem do ano de 2008 e no feriado de Juneteenth em 2009 - ambos com capacidade máxima de lotação. Um próximo está programado para o réveillon de 2009. A música de U2 é cantada e o dinheiro é arrecadado para as Metas de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, condição imposta pela banda em troca de permitir que sua música seja veiculada sem royalties.

Ela diz que o U2charist é uma ação genuína, além de apoiar o envolvimento comunitário da igreja.

E, apesar de um relacionamento de certa forma tenso entre o U2 e qualquer organização religiosa em particular, Razim, assim como Garrett, vê afinidade na espiritualidade da banda. “Tem a ver com buscar, procurar”, disse ele. “A primeira vez que ouvi uma canção do U2 eu detectei isso. É uma jornada, com a fé se desenvolvendo e fazendo perguntas difíceis. Acho que a música deles confirma e fortalece isso, ela é uma verdadeira expressão de quem somos neste lugar e neste momento”.

PG-Novo cd : A conquita previsto para janeiro de 2010

O cd terá 13 músicas sendo 01 regravação e 02 versões, Hadassa, filha do cantor PG faz participação na música Gratidão.

A música título do cd tem 08:10 minutos e retrata toda a história do cd.

Cada música foi escrita baseada em um salmo, a música que abre o cd, intitulada Junto as Águas, fala sobre o salmo 1.

No decorrer do cd você ouvirá canções que retratam o dia a dia da vida de um cristão como: Velho homem, Gratidão, Louvarei na tempestade, Paraíso, dentre outras.



A parte visual é outro atrativo já que todo o projeto é lúdico e com imagens com um tratamento que lembra pinturas em tela que mostram o trajeto até a conquista da vida eterna, nas imagens você verá momentos de medo, de perseverança, de decisões e de grandes proezas em Deus.

No geral, é um cd que leva todos à uma reflexão da maior e verdadeira conquista do ser humano: a eternidade ao lado de Cristo!

Em janeiro/2010 você terá a oportunidade de conferir por completo o quarto cd da carreria solo do PG, e ouvir e ver um pouco mais do que Deus tem colocado nas ministrações e no coração deste ministério

Vamos à conquista!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Banda Grato! vence a etapa DF do GAS Sound

Banda Grato! vence a etapa DF do GAS Sound

GAS Sound é o maior concurso de bandas do Brasil e vai ao ar todos os domingos às 20h na RedeTV! com apresentação de Toni Garrido (Ex-Cidade Negra) e os jurados: Eduardo Smith de Vasconcellos Suplicy (Supla), Márvio Lúcio (Carioca do Pânico na TV), George Israel (Kid Abelha), Ricardo di Roberto (Japinha do CPM22).

No último domingo, 31 de agosto, aconteceu a primeira seleção no Distrito Federal, com cinco bandas. Foram elas: Berlinda, Cerveza de Litro, Banduirá e Grato!.

Quem ganhou essa primeira seleção foi a banda Grato!. Foram muito elogiados por todos os jurados e agora partem para a etapa final que será gravada em São Paulo com as dez bandas selecionadas nacionalmente.

A banda vencedorá do concurso ganhará um contrato de dois anos com a Som Livre.

Versão Cristã do jogo ‘Guitar Hero’ será lançada

Versão Cristã do jogo ‘Guitar Hero’ será lançada

Uma empresa norte-americana de jogos de temática religiosa lançará uma versão do game “Guitar Hero” apenas com músicas cristãs.

O jogo para computadores PC e Mac será lançado no final de setembro e já pode ser encomendado no site da Digital Praise por US$ 99,95 (cerca de R$ 162), com a guitarra e o software.

De acordo com o site da empresa, “Guitar Praise” vem com 52 canções de rock cristão, entre elas sucessos dos anos 80, 90 e atuais.

“Pegue sua guitarra e toque com as melhores bandas cristãs!”, diz o site da Digital Praise na página de pré-venda do game.

“Guitar Hero” é um dos mais populares jogos de videogame atualmente. Entre os artistas que já ofereceram suas canções no game estão Aerosmith, Jimi Hendrix e Metallica, entre outras.

12 Stones – Broken
Bride – Same Ol’ Sinner
Caedmons Call – There You Go
Casting Crowns – Lifesong
Chris Tomlin – Made to Worship
Darrell Evans – So Good To Me
David Crowder Band – Foreverandever Etc.
Day Of Fire – Reap and Sow
dc Talk – Jesus Freak
Family Force 5 – Love Addict
Flyleaf – Perfect
Hawk Nelson – The Show
Hawk Nelson – Friend Like That
Inhabited – Rescue Me
Israel & New Breed – All Around
James Clay – Franklin Park
Jared Anderson – Blind Man
Jennifer Knapp – Undo Me
Jeremy Camp – Tonight
Jessie Daniels – What I Hear
Jonah33 – Father’s Song
Josh Bates – Perfect Day
Kutless – Beyond the Surface
Kutless – Hearts of the Innocent
Lincoln Brewster – Spin
Nate Sallie – All About You
Nevertheless – The Real
Newsboys – Something Beautiful
Paul Baloche – Rock of Ages
Paul Baloche – All The Earth Will Sing Your Praises
Petra – Backsliding Blues
Pillar – When Tommorrow Comes
Red – Breathe Into Me
Relient K – I Need You
Seventh Day Slumber – Awake
Skillet – The Older I Get
Skillet – Rebirthing
Skillet – Savior
Spoken – Wind In My Sails
Spoken – Falling Further
Spur 58 – Sleepwalkers
Stellar Kart – Procrastinating
Superchick – We Live
The Crucified – The Pit
This Beautiful Republic – Going Under
Thousand Foot Krutch – The Flame in All of Us
Thousand Foot Krutch – The Art of Breaking
tobyMac – I’m For You
Todd Agnew – This Fragile Breath
Warren Barfield – My Heart Goes Out
Whitecross – Who Will You Follow
Whitecross – When The Walls Tumble Down

Mauro Henrique falando um pouco sobre a sua entrada na banda Oficina G3

Mauro Henrique fala sobre ele na banda Oficina G3

Confira abaixo Mauro Henrique falando um pouco sobre a sua entrada na banda Oficina G3.

“Olá, galera!
Sou Mauro Henrique, novo integrante do Oficina G3. Inicialmente, peço desculpa pela demora em pronunciar-me desde minha oficialização no Oficina. Nesses últimos dias tem sido corrido para poder cumprir com meus compromissos anteriormente assumidos e, ao mesmo tempo, conseguir gravar o novo CD com o Oficina.

Quero agradecer muito ao nosso Deus e a todos que me apóiam nessa caminhada que iniciarei juntamente com meus brothers do Oficina.

Sou cristão, nascido de novo e regenerado pela Palavra do Evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo. Eu e minha esposa fazemos parte do Ministério Apostólico De Volta à Palavra, em Brasília-DF, liderado pelo Bispo Alexandre Rodrigues.
Creio que minha entrada no Oficina foi algo vindo de Deus. Todos nós percebemos o agir do Senhor pelas mais diversas formas.

Participava de uma banda (Fullrange, cristã, em que nos reuníamos toda quinta-feira para estudar a Bíblia) que estava inativa quando os rapazes do Oficina sentiram no coração de me chamar pra ter comunhão com eles. Deus faz as coisas na hora certa, alguns chamam isso de coincidência, mas, nós vemos que isso é o agir de Deus, que é Soberano, cumprindo assim o Seu propósito. Deus faz todas as coisas segundo o conselho da Sua vontade.

Assim, o início de uma grande amizade e de muitos propósitos em comum, de ambas as partes. Possuímos os mesmos ideais: servir ao Senhor e desenvolver a salvação que Ele nos propôs. É incrível! Quando Deus está presente, tudo se encaixa, por isso, foi natural a química entre nós.

Além da Fullrange, que era a minha banda, e outras participações em projetos, sou produtor musical e técnico de áudio já há sete anos. Neste ano, por exemplo, serão lançados no mercado cerca de seis trabalhos (todos cristãos) que participei como produtor musical ou produtor vocal. Embora eu tenha estudado inúmeras vertentes, meu estilo sempre foi rock n’ roll, tá na veia!

Podem ter certeza de que estou muito feliz e animado quanto a tudo que está acontecendo e quanto a tudo que ainda está por vir! Temos muito trabalho pela frente, porém, acima de tudo, sabemos de uma coisa: De que Dele, por meio Dele, e para Ele são todas as coisas. A Ele, pois a glória eternamente, amém! (Rm 11:36). Sigamos o propósito do Senhor: de fazer convergir no Seu Filho amando todas as coisas, tanto as do céu como as da terra (Efésios 1:10). Agradeço mais uma vez por tudo e peço que orem por nós.

Fiquem na paz do nosso Senhor Jesus Cristo!
Um abração a todos.”

Fonte: Site oficial Oficina G3

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Músico secular diz que é “crente verdadeiro” e lança cd de natal


Visite: Gospel, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel Músico secular diz que é “crente verdadeiro” e lança cd de natal

Bob Dylan teceu reflexões sobre natais passados, almoços com peru e suas canções natalinas favoritas em uma entrevista rara publicada por uma revista para pessoas sem-teto, publicada nesta quinta-feira, 26. O cantor de 68 anos deixou fãs e críticos perplexos com seu novo álbum, “Christmas in the heart”, uma coleção de canções tradicionais de Natal cantadas em sua voz rouca e gutural.

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O álbum natalino também reforçou as especulações entre os “observadores de Dylan” em torno da religião atual do cantor, se é que ele tem alguma. Entre 1979 e 1981 Dylan foi cristão evangélico e lançou três álbuns de temática religiosa. Ele disse ao entrevistador: “Sou um crente verdadeiro”, mas não deu maiores detalhes.

Toda a receita deste novo disco será revertida para organizações de caridade para sem-teto e famintos nos Estados Unidos, Grã-Bretanha e 80 países pobres.

Indagado sobre a razão de ter escolhido essas organizações, Dylan disse ao entrevistador: “Elas levam a comida diretamente às pessoas. Sem organização militar, sem burocracia, sem tratar com governos.”

A entrevista exclusiva saiu na revista britânica “The Big Issue” e em jornais semelhantes distribuídos nas ruas na América do Norte.

Bob Dylan disse que, embora seja judeu, nunca se sentiu deixado de fora do Natal quando era menino, em Minnesota. Ele recordou “muita neve, sinos de Natal, pessoas indo de porta em porta cantando canções de Natal, trenós nas ruas, sinos da cidade tocando, peças de teatro sobre o nascimento de Jesus.”

Dylan falou que, para ele, um bom almoço de Natal tem peru assado com purê de batatas e molho, couve e todos os acompanhamentos tradicionais. As canções do álbum de Natal “fazem parte de minha vida, assim como as canções folclóricas”, disse.

Por que o Natal tem as melhores canções? “Talvez porque o Natal seja algo que existe em todo o mundo e com o qual todo o mundo pode se identificar à sua própria maneira.”

O lançamento do álbum natalino veio apenas intensificar o enigma de Bob Dylan, além de coroar um ano repleto de acontecimentos para ele.

O músico fez mais de 100 shows na Europa e América do Norte, dentro de sua turnê “Never Ending”, e liderou as paradas na Grã-Bretanha e nos EUA com seu álbum “Together through life.”

Em julho Dylan foi detido em Nova Jersey quando moradores viram um homem encapuzado perambulando em sua rua debaixo de chuva. O jovem policial chamado não reconheceu o compositor e cantor premiado com o Oscar e o Grammy.

sábado, 21 de novembro de 2009

Rogério Sales ( Algumas considerações sobre arranjo para guitarra)



Rogério Sales
Rogério Sales cursa bacharelado em música com habilitação em guitarra na Escola Superior de Música da Faculdade Cantareira, é sideman e musico de estúdio.



Algumas considerações sobre arranjo para guitarra, seja “ao vivo”, seja no estúdio.

A - Considerar resolver tudo numa única linha de guitarra
- Fraguimentar (usar mais de uma linha de guitarra pra cada parte da música)

B - Utilizar uma única linha de guitarra para cada parte da música
- Dobrar essa mesma guitarra

C - Dobrar com o mesmo som de guitarra
- Dobrar com outro som

D - Utilização de distorção
- Uso de outros efeitos (modulação, ambiência, etc.).
- Combinações

E - Considerar a resolução de cada parte através de:
- Acorde (fraguimentado ou não)
- Melodia (valorizando a idéia seqüencial)
- Ritmo (este combinado a acordes, melodias ou não)

F – considerar a questão da dinâmica
- Adição de instrumentos (ou acréscimo de linha(s) diferente para um mesmo instrumento)
- Retirada de instrumentos (o instrumento aparece em um trecho da musica)
Obs: Com relação a utilização de timbres, é importante destacar que mesmo som de guitarra pode ser usado de diversas formas.
- Valorização do silêncio
Menos Vs Mais


G - Considerar a utilização de palheta
-tipo de palheta
- Considerar a utilização dos dedos
- Polegar (Wes montgomery)
- Uso de todos os dedos (Fernando Correa)
Combinar
- Palheta e dedos (Marquito Cavalcante)

H - Acessórios/ técnicas alternativas
Alavanca
Slide
Capotraste
Sons percussivos
Harmônicos
Obs: utilize o bom senso sejam quais forem suas escolhas, veja se a sua opção é coerente ao tipo de repertorio.


Ivan Teixeira workshop (dinâmica)

Me lembro várias vezes de ter visto excelentes bandas, com excepcionais músicos, tocando algum tema muito interessante, entretanto sem nenhuma dinâmica. Soando tudo muito forte ou fraco, sem variações. Um desperdício. Agora é bem verdade que escutei formações até grandes com bastante músicos, utilizando desse ótimo recurso de dinâmica, alternando e graduando volumes de acordo com a interpretação e o trecho da música.
Do que é feito um ótimo locutor? De uma voz grave e potente ? Ou da capacidade de interpretar um texto a ponto de prender a sua atenção e criar em sua mente paisagens, tensões, dramas, conflitos ou até mesmo desejo ? Fico com a segunda opção disparadamente.
Isso deve ser uma constante musical também. Seu instrumento, mesmo de percussão precisa se adequar a dinâmica. Você precisa ter sensibilidade pra perceber os momentos certos dos quais você deverá tocar com mais vigor e outros que você deverá ser delicado e gentil. Tudo isso pode parecer subjetivo, mas escute música clássica: CHOPIN, TCHAIKOVSKY, ERIK SATIE, MOZART, etc. Você entenderá mais facilmente essa relação de dinâmica.
Tudo isso faz parte de uma habilidade do músico que é mais importante de todas: OUVIR. Escute a música, perceba os momentos de tensão e relaxamento. Um guia básico para canção:
1. A introdução deve ser média
2. A estrofe (cantada da primeira vez) suave
3. O refrão (cantado da primeira vez) médio
4. A estrofe (novamente) média
5. Refrão e suas repetições finais, forte e fortíssimo.

Isso não deve ser regra, mas é um bom começo. Você pode variar essas opções, o que inclusive dará outra sonoridade para música até mesmo utilizando-se do mesmo arranjo.
A capacidade de interpretar uma melodia, faz o músico mais sensível e mais apurado. Quando é possível perceber estas nuances na execução de uma banda inteira, o resultado é muito mais perceptível
Imagine o baixista, o baterista, o guitarrista e o tecladista respeitando nos mesmos momentos a dinâmica pré-estabelecida. A voz aparecerá muito mais e aquela “barulheira” ainda que bem tocada, deixará de existir.

Não se iluda achando que isso não faz a diferença. Estudar música requer uma mudança na postura de tocar o instrumento. A forma como você o encara, muda muito na produção e qualidade do seu som.


Ivan Teixeira (leitura rítimica)

Leitura rítmica – o indispensável para qualquer tipo de músico


Sabe aquela convenção super difícil que você fica 40 minutos para aprender? E aquela pequena passagem é tão complexa que desgasta todo mundo com tantas repetições pra conseguir absorvê-la? E que pra piorar, no dia de tocá-la em um evento de verdade todo mundo erra?

Você não está sozinho nessa. Isso é um problema muito mais comum do que você imagina.
Agora, por que isso acontece? Muito se falou e ainda sim é dito que o músico que aprende partitura acaba “engessado”, “duro” e “sem pegada”. Um grande engano. A verdade é que música não deixa de ser um código e se alguém resolve estudá-lo como pura matemática, também vai conseguir ser chamado de “músico”, mas isso é uma outra questão bem mais polêmica.

Se você estudar esse código com a sua boa musicalidade, com certeza vai tirar muito proveito disso. O primeiro benefício é a capacidade de ter a leitura rítmica. Recomendo o livro para o aprendizado da leitura rítmica o famoso “POZZOLI”. Pode ir em qualquer loja de instrumento musical ou partituras que você irá encontrá-lo lá. É complicado estudar sozinho, mas você pode contratar um professor que saiba ou um amigo. No pior das hipóteses se oriente através da própria explicação que existe no livro.

Com este método você será capaz de assimilar com muito mais precisão a relação das divisões rítmicas bem como identificá-las auditivamente. Será capaz até mesmo de escrevê-las quando ouvir as figuras em algum trecho de música ou isoladas.

A rápida associação com a vivência rítmica lhe dará condição de ouvir qualquer convenção rítmica de qualquer música e imediatamente associá-la ao que estudou. Dessa forma você interiorizará a relação de tempo entre as notas e você conseguirá “decorar” quase que instantaneamente.

Mas não se esqueça de escrevê-la, pois você também poderá se esquecer e deve se precaver, agora de uma forma sistemática, exata e sem dúvidas.
Você perceberá que isso lhe dará uma condição de aumentar a velocidade de aprender uma nova música com a sua banda e lhe dará segurança pra executar todos os trechos das músicas, dando condição de você até mesmo criar variações como novos arranjos para músicas que sempre são executadas da mesma maneira.

Samuel Mattos (coodernador dos estúdios da RTM)

Efeitos que enganam nosso ouvido

O tema que quero propor hoje é um pouco subjetivo, mas na prática este fenômeno ocorre o tempo todo com àqueles que de uma forma ou de outra lidam com áudio, trata-se dos efeitos psico-acústicos.

Já deve ter ocorrido com você, minutos depois de entrar em um ambiente qualquer onde uma música estava sendo executada, você sente algo diferente; pode ser um restaurante, um supermercado, um aeroporto, o efeito é marcante. A primeira sensação que sentimos é de um pouco de desconforto (lógico que não estou falando de sons muito altos), isto é causado pelo tempo mínimo necessário que o nosso sistema auditivo precisa para se adaptar; à acústica do ambiente, ao tamanho ( eco, delay), a reflexividade das paredes ( as quais provocam muita ou pouca reverberação ), presença de ruídos ( máquinas, ventiladores, etc ), até a luminosidade influi.

Passados alguns instantes deste impacto inicial, seu sistema auditivo já esta completamente adaptado, ou seja, se você não é um profissional treinado para perceber e compreender essas coisas, você vai achar que elas nem estão mais ali. E é exatamente isso que diferencia você operador de áudio, das outras pessoas que vão ouvir o som que você esta controlando. O operador de áudio tem que levar em consideração os fatores psico-acústos que interferem na sua mixagem. O exemplo mais prático que podemos comentar é o da falta de pessoas no ambiente quando passamos o som, e depois quando o salão já esta cheio. Você regula tudo certinho mas, mais tarde, quando o salão esta cheio, o som soa totalmente diferente. Isto é natural porque em um ambiente vazio a reverberação é muito maior do que em um cheio. As frequências de agudos serão maiores no ambiente vazio do que em um cheio, até o calor e a umidade influenciam.

Lembre-se cada indivíduo vai reagir de um modo diferente ao som produzido, ainda temos aqueles que tem um ouvido mais treinado do que outros, uns com alguma deficiência, além é claro das questões de gosto particular. Parece complicado lidar com um número tão grade de fatores, mas aí entra sua experiência, o equalizador gráfico é um grande aliado seu, um pequeno ajuste para menos nos graves gerais, você tira a sensação de peso e impacto que pode não ser agradável aos mais idosos, um pequeno ajuste para mais nos médios poderão ressaltar os vocais das músicas que ninguém entende a letra, os agudos então, podem causar a sensação de agressividade ou nitidez aos ouvidos.

Não estou querendo dizer aqui que você deve alterar a todo momento sua curva gráfica, não, ela deve ser calibrada conforme a acústica do ambiente e também o tipo de cobertura sonora de suas caixas, mas, pequenos ajustes de 3dB nas frequências principais podem causar um efeito muito benéfico ao seu trabalho. Por isso ouça, ouça muito, treine seus ouvidos, tire o máximo de seus equipamentos, só assim você vai poder tornar agradável a audição das suas mixagens.

Samuel Mattos

Samuel Mattos (coodernador dos estúdios da RTM)

Efeitos que enganam nosso ouvido
O tema que quero propor hoje é um pouco subjetivo, mas na prática este fenômeno ocorre o tempo todo com àqueles que de uma forma ou de outra lidam com áudio, trata-se dos efeitos psico-acústicos.

Já deve ter ocorrido com você, minutos depois de entrar em um ambiente qualquer onde uma música estava sendo executada, você sente algo diferente; pode ser um restaurante, um supermercado, o barzinho, um aeroporto, o efeito é marcante. A primeira sensação que sentimos é de um pouco de desconforto (lógico que não estou falando de sons muito altos), isto é causado pelo tempo mínimo necessário que o nosso sistema auditivo precisa para se adaptar; à acústica do ambiente, ao tamanho ( eco, delay), a reflexividade das paredes ( as quais provocam muita ou pouca reverberação ), presença de ruídos ( máquinas, ventiladores, etc ), até a luminosidade influi.

Passados alguns instantes deste impacto inicial, seu sistema auditivo já esta completamente adaptado, ou seja, se você não é um profissional treinado para perceber e compreender essas coisas, você vai achar que elas nem estão mais ali. E é exatamente isso que diferencia você operador de áudio, das outras pessoas que vão ouvir o som que você esta controlando. O operador de áudio tem que levar em consideração os fatores psico-acústos que interferem na sua mixagem. O exemplo mais prático que podemos comentar é o da falta de pessoas no ambiente quando passamos o som, e depois quando o salão já esta cheio. Você regula tudo certinho mas, mais tarde, quando o salão esta cheio, o som soa totalmente diferente. Isto é natural porque em um ambiente vazio a reverberação é muito maior do que em um cheio. As frequências de agudos serão maiores no ambiente vazio do que em um cheio, até o calor e a umidade influenciam.

Lembre-se cada indivíduo vai reagir de um modo diferente ao som produzido, ainda temos aqueles que tem um ouvido mais treinado do que outros, uns com alguma deficiência, além é claro das questões de gosto particular. Parece complicado lidar com um número tão grade de fatores, mas aí entra sua experiência, o equalizador gráfico é um grande aliado seu, um pequeno ajuste para menos nos graves gerais, você tira a sensação de peso e impacto que pode não ser agradável aos mais idosos, um pequeno ajuste para mais nos médios poderão ressaltar os vocais das músicas que ninguém entende a letra, os agudos então, podem causar a sensação de agressividade ou nitidez aos ouvidos.

Não estou querendo dizer aqui que você deve alterar a todo momento sua curva gráfica, não, ela deve ser calibrada conforme a acústica do ambiente e também o tipo de cobertura sonora de suas caixas, mas, pequenos ajustes de 3dB nas frequências principais podem causar um efeito muito benéfico ao seu trabalho. Por isso ouça, ouça muito, treine seus ouvidos, tire o máximo de seus equipamentos, só assim você vai poder tornar agradável a audição das suas mixagens.

Samuel Mattos

Marcos Witt



Fundador da Lidere, Marcos Witt estará no Brasil para o lançamento do projeto “Um Milhão de Líderes” e para participar da Conferência de Liderança, junto com John C. Maxwell e John Vereecken, além disso, promoverá um Concerto Musical, que acontecerá no dia 1 março de 2008, na Igreja O Brasil para Cristo - Pompéia - São Paulo, confira a entrevista:

GMC: Quais as expectativas para o Mega Concerto no Brasil com a turnê Alegria?
As minhas expectativas são muito grandes em relação às coisas que Deus têm para fazer por meio deste concerto. A palavra de Deus nos diz que quando seu povo se une, coisas grandes acontecem. Assim, estou muito emocionado o fato de poder visitar esta terra novamente e compartilhar com meus irmãos brasileiros. Além disso, acredito que o Brasil é um país com músicas muito boas e excelentes músicos. Portanto, é um privilégio poder servir nesta nação, compartilhando as boas novas de Jesus Cristo. Se que teremos um tempo de intimidade com Deus e sobre tudo muita “Alegría”.

GMC: Você é compositor da maioria das músicas. Como é o processo de composição das músicas, quais suas inspirações?
Deus me deu canções de diferentes temas, em diferentes formas e em diferentes lugares. Por exemplo, escrevi muitas músicas em momentos de intimidade com Deus ou momentos em que Ele me visitou. Algumas eu comecei a cantar com o próprio Deus ao ouvido, como “Acende uma luz”, outras foram no banho como “me Renove” e outras simplesmente em momentos de reflexão e meditação como “Deus foi bom”, entre outras. Do mesmo modo, tenho composto canções enquanto estudo a palavra de Deus, mas sobre todas as coisas me conectando com Ele e ouvindo, sempre atento, Sua voz. Quanto a minha inspiração, só posso dizer que foi e será sempre meu amor e agradecimento a Deus.

GMC: Suas músicas, traduzidas e adaptadas por outros cantores, tem respeitado a versão original?
Até onde sei, os cantores respeitaram as versões originais. Alguns têm feito diferentes acertos nas canções, mas entendo que muitos deles são necessários no momento de fazer traduções. Contudo, não sei se eles cantam da mesma maneira em que a canção foi feita e se tocam no idioma espanhol.

GMC: Qual sua relação com a web? E o que acha do crescimento da música gospel na internet?
A Internet e o mundo digital são o futuro da música, realmente é uma iminente revolução. É impossível deter e devemos aproveitá-la da melhor maneira.

GMC: Deixe uma mensagem para os internautas do Gospel Music Café.
BRILHEM a luz de Cristo com todas suas forças. Há muita gente que precisa de um sorriso, um abraço, um beijo. Deixem que o mundo seja afetado pelo amor de Deus que há dentro de seu coração.

Ping Pong
Nome: Jonathan Marcos Witt Holder
Lugar de Nascimento: San Antonio, Texas
Onde mora: Houston, Texas
Estado Civil: Casado
Comida Preferida: Mexicana
Cantor preferido: Michael Bublé
Um defeito: Impaciência
Um hobby: Golf
Uma pessoa que não esquece e Porque? Meu pai Frank Warren, pelo exemplo que me deu, a influência que significou e o enorme legado que me deixou.



segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Novo álbum Leeland: Love is on the move



No dia 25 de agosto, a premiada, amada, aplaudida e aclamada banda Leeland lançará sua mais nova obra, chamada “Love Is On The Move”, pela Essential Records. A música apaixonada e progressiva da banda Leeland já é muito bem conhecida por criar uma “movimentação” entre uma nova geração de adoradores. “Love is On The Move” dá prosseguimento à missão da banda de chamar os que crêem para assumir um papel mais ativo, sendo as mãos e pés de Jesus na terra para que seu reino continue invadindo o mundo. Com uma nova coleção de músicas verticais, as canções poderosas e melodias penetrantes do Leeland estão destinadas a gerar um novo avivamento na igreja.

Faixas:
1. The Door
2. Follow You (Com Brandon Heath)
3. Via Dolorosa
4. Pure Bride
5. Carry Me On Your Back
6. New Creation
7. Lift Your Eyes Up
8. Weak Man
9. Love Is On The Move
10. Learn To Love
11. Holy Spirit Have You Way
Selo/Gravadora: Essential Records

Fruto Sagrado anuncia novo vocalist



Além do CD novo, a banda Fruto Sagrado também conta com um novo vocalista. Depois da decisão de Marcão de não continuar com o grupo, os integrantes Sylas e Bene foram em busca de uma nova voz para comandar esse novo momento. O nome de Vanjor surgiu após muito tempo de procura e estruturação.

Vanjor foi vocalista de bandas da área de São Gonçalo, Rio de Janeiro. Ele chegou a cantar com Henri Passos em uma banda e foi back vocal em outros trabalhos. Possivelmente tenha sido por esse caminho que Vanjor encantou o Fruto Sagrado.

Apesar da juventude e do anonimato, Vanjor já está arrancando elogios dos fãs. Na comunidade oficial do Fruto Sagrado no Orkut há alguns depoimentos de quem já o viu cantando.

Muitos estão curiosos sobre a voz de Vanjor e como ela se encaixará no álbum especial de 20 anos, mas isso só deve ser revelado junto com este CD especial, neste mês. O álbum atualmente está em fase final de mixagem e logo seguirá para masterização e prensagem.

A banda/gravadora Fruto Sagrado fechou um contrato com uma grande distribuidora que já se prepara para colocar o 20 Anos à venda em todas as lojas. As músicas desse trabalho serão regravações do repertório do Fruto Sagrado, com roupagens totalmente novas e diferentes de grandes sucessos e de canções que mereciam um destaque melhor.

No blog oficial do Fruto Sagrado você pode conferir fotos de Vanjor e do making off de toda a produção do álbum de 20 Anos do Fruto Sagrado

Oficina G3 no Grammy Latino


Após receber três indicações ao Grammy Latino, Juninho Afram, Jean Carllos, Duca Tambasco e Mauro Henrique conquistaram o Grammy Latino 2009. A banda Oficina G3 compareceu em peso à Las Vegas para a décima edição da premiação. Além dos integrantes do grupo, marcaram presença na cerimônia Alexandre Aposan (baterista), Ivan Miranda (empresário), Teka e Naomi (esposa e filha de Duca).

Minutos antes do anúncio do vencedor, a apreensão era grande. Além do Oficina G3, disputaram o prêmio na categoria Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa Marina de Oliveira, Jozyanne, André Valadão e Régis Danese. Quando a apresentadora Bárbara Palácios pronuciou: Oficina G3, a celebração foi grande. "Estamos muito felizes. Esse prêmio representa muito para nós e queremos repartir e agradecer a todos os membros da academia do Grammy Latino, nossos familiares, nossos amigos, a nossa gravadora MK Music e a todos aqueles que acreditam no nosso trabalho. Que tudo isso aqui possa ser motivo de alegria pra galera do Brasil que está ligada. Dios bendiga", declarou Juninho Afram durante o agradecimento na cerimônia com o gramofone nas mãos.

O Oficina G3 recebeu centenas de mensagens de congratulações pela internet: twitter, orkut, e através dos sites da banda e da MK Music, gravadora que conquista seu terceiro Grammy Latino. "Foi uma vitória merecida, a terceira indicação! Fico muito feliz porque eles trabalham muito. Achei justíssimo, embora o meu coração de mãe quisesse que a Marina ganhasse. Parabéns Oficina G3, vocês lutaram bravamente, e mereceram o Grammy", declarou a presidente da gravadora, Yvelise de Oliveira ao jornalismo do Grupo MK, pelo rádio direto de Las Vegas.

Marina de Oliveira, que também está em Las Vegas, parabenizou a banda. "Está tudo maravilhoso. Estou filmando muito os meninos aqui, e muito feliz por eles. Foi tudo lindo, tiramos muitas fotos no tapete verde ... uma grande emoção. Parabéns Oficina G3!", declarou a diretora artística da MK Music, que está aproveitando o momento com toda a "delegação" da gravadora.


segunda-feira, 9 de novembro de 2009

LEELAND adoradores de cristo





Leeland Mooring este é o nome do vocalista e guitarrista, Leeland este é o nome da Banda, é isso parece estranho mais é assim mesmo. A Banda Leeland começou em 2005 e tem muito a ver com o vocalista e seu irmão Jack, Leeland começou a compor aos 11 anos, aos 14 anos junto com seu irmão, e começaram a participar de concursos e viajar para missões até que foi descoberto por Michael W. Smith em uma de suas apresentações. Michael gostou tanto que chamou Leeland(O vocalista) para escrever junto com ele.A banda Leeland tocava semanalmente nas reuniões de Jovem em Nashville, Texas, USA, hoje já viaja o Mundo Inteiro. Detalhe Leeland Mooring nasceu em 1989 faça as contas...

sábado, 7 de novembro de 2009

Marcha para jesus continuação

Nesta 17ª edição da Marcha para Jesus na cidade de São Paulo vimos todos os ritmos misturados, todas as gerações e congregações unidas por muitos propósito, inclusive Jesus.

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Durante a tarde, Ap. Estevam Hernandes deu uma coletiva sobre a marcha, falando sobre a honra que é ter o dia da marcha e do evangélico com lei nacional assinada pelo presidente Lula. Aproveitamos o momento para perguntar a ele, qual era a sensação de, depois de tanto tempo fora do país, voltar e ver a marcha receber tanta gente, gente que durante todos dia mostrou seu apoio ao casal, ele respondeu que é uma sensação indiscritivel o carinho isso os torna devedor do amor que as pessoas tem por eles e por esse entendimento de sermos uma família, um corpo de Cristo abençoado.

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Durante toda a tarde muitos dos cantores e bandas, como Carlinhos Felix, Ao Cubo, Paulinho Macuco, Resgate e entre outros, que passaram, pelo palco montado no campo de marte, deram entrevistas falando sobre a importancia da marcha para o povo brasileiro.

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A grande atração deste ano, além das 5 milhões de pessoas aguardadas pela Renascer, foi o Third Day, banda americana pela primeira vez veio ao Brasil e também pela primeira vez em sua história tocou para um público de cerca de milhão de pessoas. Em todo o tempo muito felizes e agradecidos pelo amor e carinho que foram recebidos, a banda tocou durante 40 minutos os hits de sua carreira como “God of wonder”, ”Sing a song”, “Rockstar”,”Cry out to Jesus” e a nova ”Revelation” também titulo do novo albúm da banda, entre outras. Para finalizar a apresentação, cantaram “Agnus Dei” em inglês e em português com auxilio de músicos da Renascer.

Fotos da Marcha para Jesus:

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Fonte: Gospel+

Marcha para jesus



Marcha para Jesus em São Paulo: Polícia e organização divergem quanto ao número de participantes

Mais de 1 milhão de pessoas, segundo dados da Polícia Militar (PM) de São Paulo, participaram da 17ª edição da Marcha para Jesus, realizada durante esta segunda-feira, na capital paulista. Ainda de acordo com a PM, os participantes, que saíram da estação Tiradentes do Metrô, por volta das 10h, chegaram na Praça Heróis da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na zona norte de São Paulo, por volta das 13h30. A polícia informou que a marcha ocorreu sem transtornos.

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Antes do evento, a igreja Renascer em Cristo estimava atrair cerca de 5 milhões de pessoas à caminhada. A assessoria de imprensa da entidade afirma que “provavelmente mais” gente participou do encontro mas, como o público é itinerante, enquanto alguns fiéis deixavam a caminhada, outros chegavam. A capacidade da praça, no entanto, é de 1 milhão de pessoas. Após o evento, a assessoria disse que não se manifestaria em relação a números, já que a PM elaboraria o levantamento, mas no dia seguinte soltou notas de imprensa afirmando que foram 6 milhões de participantes.

Quebra de Record

Em nota oficial a Igreja Renascer afirma que “Está foi a maior Marcha de todos os tempos”. O presidente nacional da Marcha Para Jesus, Ap. Estevam Hernandes, afirmou que foi quebrado “o recorde de público da Marcha neste ano”, contrariando os números da PM.

Estevam Hernandes também salientou que “a Marcha tem sido um fator de agregação. Estamos satisfeitos e agradecidos a Deus, porque a Marcha não carrega a bandeira de nenhuma igreja ou de uma organização específica. A visão da Marcha é exatamente o congregar de todas as igrejas para que possamos exaltar o nome do Senhor Jesus”

Um dos poucos anos que a PM e a organização concordaram em números foi em 2007, quando compareceram aproximadamente 3 milhões de pessoas.

Fonte: Terra e Gospel+

sábado, 31 de outubro de 2009

Trajetória - Jeremy Camp


Antes de lançar seu primeiro álbum, Jeremy Camp já fazia parte do Ministério de Louvor de sua faculdade (Escola Bíblica do Sul da Califórnia.) Durante este período de sua vida, ele liderava o louvor em diferentes igrejas e reuniões de jovens que aconteciam ao redor da Califórnia. Foi em uma dessas reuniões que ele conheceu Melissa. Apenas seis meses depois que Jeremy e Melissa estavam juntos, ela obteve um diagnóstico de câncer. Enquanto ela já parecia conformada com a morte, Jeremy prometeu que caso ela se curasse, se casaria com ela. Enquanto Melissa e Camp estavam na lua de mel, o câncer começou a voltar e assim que eles haviam retornado para casa, eles descobriram que Melissa teria apenas alguns meses de vida. Durante os meses em que Camp passou com Melissa no quarto do hospital, tocava músicas para ela, no que foi aperfeiçoando musicalmente, enquanto foi reafirmando suas convicções religiosas.

Enquanto estava em sua lua de mel, Camp havia escrito uma canção que se encontra em seu primeiro CD, “Walk By Faith”. Logo depois da morte de Melissa, Jeremy escreveu outra canção que virou número 1 nas radios americanas, “I Still Believe” (Eu Ainda Acredito), sobre os problemas que enfrentou durante a doença e morte de sua esposa.

O desejo de Melissa foi realizado quando o álbum de Jeremy Camp saiu nas lojas, e quando ele saiu para a turnê. Durante suas viagens, Camp teve a oportunidade de compartilhar a sua história com muitas outras pessoas que estavam passando por dificuldades similares a dele. Recentemente ele gravou a canção I Am Willing para a trilha sonora do desenho


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Músico ou Levita?


Nem todo músico é Levita, mas todo Levita deve ser um bom músico.
Sua origem está na tribo de Levi, uma das doze tribos de Israel, e esta tornou-se destacada entre as demais no episódio da idolatria do povo de Israel ao bezerro de ouro ( Ex.32:26), e a partir deste momento, esta família teve real importância na vida e no culto Israel.
Tal importância levou Moisés dedicar um livro do Pentateuco a esta tribo, o livro de Levíticos; tiveram uma "MISSÃO" de maior responsabilidade: cuidarem do Tabernáculo (Nm.1:49-54).

Nessa época a música não estava associada ao serviço do culto. O Levita auxiliava o Sacerdote no culto e nas obrigações do Tabernáculo: Levita auxilia na Celebração!!!
Foi Davi, quem agregou a música ao culto judaico, e separou dentre esta tribo os que eram hábeis e de vocação à ministrarem ao SENHOR com instrumentos e com vozes. Em I Cr.23:13,26-32, encontramos uma descrição clara da "MISSÃO" do Levita e de sua função. No Cap. 25:1 nos mostra como estavam agrupados estes Levitas para o serviço do culto.

Podemos, então, entender que Levita é alguém:
- que sabe "SERVIR";
- que entende o seu papel e sua "MISSÃO" (II Cr.3:3-14; 29:31; Ed.8:15-20);
- que sabe ser "ADORADOR" (Sl.134; 84:4).

Vocação. Acredito que vocação é muito mais que simples aptidão ou dom natural.
Ter talento para determinada função na vida e principalmente na Igreja, não representa, necessariamente, que isso seja vocação.

Na verdade hoje enfrentamos uma certa crise com a falta de Músicos (Levitas) em nossa Igreja. Identificar realmente quem é chamado a ser um Levita é um grande desafio.

Aquele que é escolhido é preparado por Deus à exercer determinada função, veja (Ef.4:11,12; At.13:1-3). Uma grande verdade que precisamos concordar: “Deus não escolhe apenas os capacitados, mas capacita aos Seus Escolhidos” (Ex.35:30-36:1,2).

Que possamos identificar em primeira instância alguns elementos importantes e básicos em nossa vocação:

- Não existe Vocação sem antes uma genuína Transformação e Regeneração do ESPÍRITO SANTO em nossas vidas. É necessário Nascer de Novo, um verdadeiro "AVIVAMENTO" .
- JESUS nos chamou para sermos Discípulos e não adoradores profissionais.

Nossa "MISSÃO" é sermos discípulos do Bom Mestre e "AVIVAR" . A adoração é conseqüência de uma vida de comunhão com JESUS. Adorar é aprender com o SENHOR no caminho, a isso, eu chamo de CHAMADO.
Aqui fica-nos o desafio de fazermos a diferença, em nosso Ministério e em nossas Vidas.

Que sejamos verdadeiros LEVITAS!!!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Luciano Manga lança livro que narra seu tempo no Oficina G3


A MK Editora acaba de lançar o livro do Pr. Luciano Manga, Meus Dias no Oficina G3. A obra revela detalhes do período em que Manga integrou uma das mais expressivas banda de rock gospel do país como vocalista. O livro pode ser considerado um registro histórico do grupo. O autor aborda nas 105 páginas a explosão da música como ferramenta de evangelização, que teve o Oficina G3 como um dos protagonistas.

O livro relata episódios curiosos da banda que tem mais de 20 anos de estrada. Pra quem curte viajar no tempo, as fotos são muito atrativas e mostram flashes de momentos vividos por Manga ao lado dos integrantes do grupo. Desde o início de tudo – na Igreja Cristo Salva, conhecida como “do Tio Cássio” no chamado G3 (Grupo 3) – até os últimos dias em que o autor foi integrante da banda.

Estão lá descritas as viagens, entre elas Uruguai, Argentina e Estados Unidos, testemunhos, uma reflexão sobre influências e mudanças, uma lembrança do skate no palco, da aventura de “mosh” (saltar no meio da platéia durante os show) que quase acabou no hospital, entre muitas outras histórias. O tema preconceito ganhou um capítulo do livro. Lá, Manga defende sua tese e fala de como enfrentou esse desafio em seu ministério.

Separamos abaixo alguns trechos do livro:

“Comecei a pastorear uma igreja da Renascer em Cristo em 1995 e a banda foi junto para lá. O que muita gente não sabe é que o Oficina G3 é quem liderava os momentos de louvor aos domingos e tocava canções que eram cantadas em todas as igrejas Renascer em Cristo, conforme o cd “Renascer Praise”. Não tocávamos as músicas da banda e nem transformávamos tudo em rock´n roll. Por ai se observa o coração de cada um dos integrantes e compromisso com a igreja local”.

“Canções e mais canções começaram a surgir e todas elas eram apresentadas em primeiro lugar nas reuniões de segunda-feira no “Tio Cássio” para depois ser tocadas em outros espaços. Éramos fiéis aos nossos líderes e comunidade que nos dava total liberdade. Não aceitávamos convites para tocar aos domingos, pois entendíamos que tínhamos que servir a nossa comunidade, e isso foi o que, em princípio, muita gente não conseguia entender. Para nós era claro: em primeiro lugar tínhamos um compromisso como grupo de louvor e adoração, tínhamos um líder e entendíamos o princípio de submissão. Domingo dedicávamos à nossa comunidade.”

“O cenário hoje já não é como foi no início. Muita coisa mudou. Alguns utilizam o segmento para ganhar dinheiro, deixando de lado a proposta evangelística que sempre foi a marca do movimento. Acredito que o movimento perdeu a sua força, porém ainda podemos utilizar os princípios que nutriam o movimento e fazer uma música com qualidade, letras que comunicam uma verdade e trazer a tona a paixão pelas vidas e não vê-las apenas como cifrão, como pessoas que consomem o que estamos produzindo. Muitos acabaram se profissionalizando, deixando de lado a paixão e a mensagem radical do Reino de Deus.”

“Algo que sempre foi um valor no Oficina G3 é o respeito, principalmente com aqueles que não entendiam o que estávamos fazendo. Se eles não entendiam, então o melhor era não ir até eles. Não fomos chamados para agredir ninguém. Não fomos chamados para mostrar que somos melhores, e, muito menos, impor o ritmo que gostávamos para aqueles que não gostavam.”

“Atrás desse tom de brincadeira existe uma verdade, pois ele sempre foi dedicado nos estudos, tocava horas com afinco e buscava sempre o aprimoramento. Sempre buscava informações dos novos equipamentos e tinha uma dedicação minuciosa em produzir timbres perfeitos, principalmente nas gravações. Essa dedicação e paixão pela guitarra acabaram produzindo frutos, pois acabou sendo patrocinado por fabricantes de guitarras, cordas e pedais. Todo esse empenho é uma lição para aqueles que pretendem tocar um instrumento e fazer com que o nome do Senhor seja glorificado, pois é isso que Juninho Afram tem feito durante esses anos no oficina G3”.

Realmente o livro é uma leitura histórica para a música gospel no Brasil, além de ter uma narrativa bem leve e tratar de experiências edificantes. Vale a pena adquirir.

Sobre o autor: Luciano Azevedo Kuhn (Manga) é pastor da Vineyard no Rio de Janeiro, faz parte da equipe da Vineyard Music, conferencista internacional e cantor. É casado com Cristina Kuhn (Pita) e pai do Kauê e Lucca.

Novo DVD (FÈ) André Valadão

Em agosto de 2009 foi lançado o registro áudio visual da gravação de , o mais recente lançamento de André Valadão. O cd do evento foi lançado em março e o repertório é idêntico nos dois trabalhos. A exceção fica por conta da faixa 12, Pequeno amigo que só foi aproveitada no dvd.

No menu de extras temos um making off e imagens do ensaio, além é claro, de um álbum de fotos.

O making off é conduzido pelo diretor Alex Passos e traz cenas dos bastidores de toda estrutura do evento ocorrido em 17 de janeiro na Praia da Costa – ES, com presença de 80.000 pessoas, durante o Jesus Vida Verão. Conta ainda com depoimentos do produtor musical Rubem Di Souza, de Carioca – diretor de fotografia, de Marcos Castro – Design Gráfico, Paulinho Lima – diretor, e de André e sua esposa, Cassiane Valadão.

O ensaio é uma rápida filmagem de uma reunião realizada na casa do cantor com um clima bem descontraído.

A embalagem do dvd também é um destaque à parte. A mídia vem em uma embalagem digipack muito bonita. A capa mantém a logo vazada que também foi usada na capa do cd.

Após um clipe de abertura, construído numa linguagem visual bem moderna, o show começa com o pop-rock Não tenho medo que versa sobre a soberania de Deus. A mixagem destaca bastante o trio guitarra, baixo e batera, mas o destaque do arranjo fica por conta dos ataques do naipe de metais que lembra suas primeiras composições registradas em “Mais que abundante”.

A balada pop Indiferente, de autoria de R. R. Soares, traz uma letra reflexiva e evangelística. A canção também pode ser encontrada no álbum “Minhas canções na voz dos melhores – volume 3”. Destaque para os clusters dos metais preenchendo os espaços do arranjo.

Pela fé fez parte do repertório de seu álbum anterior – “Sobrenatural”. O hino vem com uma sonoridade mais leve e uma estrutura maior em relação a gravação original. Trata sobre esperança e vem com um arranjo que flerta com a pegada do rock britânico. Destaque para os timbres de guitarra.

A seguir temos outra balada, desta vez conduzida por um violão folk. Vou crer da seqüência a idéia cantada no hino anterior, alusivo a fé, esperança e confiança em Deus. Destaque para as dinâmicas executadas pelo instrumental. Emenda com um momento espontâneo. No dvd inicia com um clipe.

A música que dá nome ao disco tem uma levada cativante. volta a tratar sobre confiança e esperança, desta vez fazendo alusão a promessas de Deus feitas a personagens bíblicos. Destaque para o back vocal e para a condução harmônica do órgão. Também emenda com um espontâneo.

Na faixa sete temos uma declaração de amor a Deus com uma sonoridade moderna, densa e intimista. Nosso amor segue a linha que fez o cantor alcançar notoriedade nacional e com certeza deve integrar a lista de hits do ministério.

Após uma rápida palavra gravada com efeitos que simulam uma gravação antiga entoamos Abraça-me, com o pastor cantando e tocando piano. O louvor tem uma harmonia envolvente e uma melodia muito boa de ouvir. É um belo momento de contrição e entrega. Também emenda com um espontâneo.

Dando seqüência a este momento de adoração contemplativa entoamos Cura-me Senhor. Destaque para a mudança de clima realizada no turn around final.

Com Cassiane (esposa) e Lorenzo (filho) no palco, André canta uma música de gratidão a Deus pelo pequenino. Conforme já foi dito no início do texto, Pequeno amigo ficou de fora do repertório do cd homônimo.

As três músicas que intitularam seus primeiros trabalhos marcam presença no medley Lembranças de Fé. Conduzidas por uma levada percussiva ouvimos o coro de “Milagre”, “Alegria” e “Mais que abundante”. Destaque para o groove feito pela guitarra, sopro, flauta, bateria, baixo e percussão.

Suas irmãs, Ana Paula e Mariana, fazem uma participação mais que especial em outra regravação. Eu nasci de novo fez parte do repertório do Diante do Trono 6 – Quero me apaixonar. No final mais um espontâneo alternado pelos três, com uma pegada vigorosa, inovadora (em ritmo de reggae) e com muita autoridade.

Com fé começa em ritmo de pop rock, mas em certos momentos o arranjo flerta com uma levada pop dançante, com o naipe de metais executando uma pegada soul bacana.

Fechando a gravação temos a festiva Eu vou, também do disco anterior “Sobrenatural”. As guitarras e o teclado que já vinham se destacando nas faixas anteriores, recebem o reforço de um contagiante naipe de metais. O arranjo, recheado de convenções, é muito bem bolado. A letra é constituída por uma série de clichês evangélicos.

Sua irmã, Mariana Valadão, lançou em setembro de 2009 seu pelo primeiro álbum solo pela Graça Music. Mas isso é assunto pra outro review...

Maiores informações podem ser obtidos no site: www.andrevaladao.com

Rodolfo Abrantes(ex RAIMUNDOS) Viaja para pregar nos E.U.A

Rodolfo Abrantes, ex Raimundos e Rodox, viaja para pregar nos EUA

O pregador evangélico Rodolfo Abrantes, 37, ex-integrante da banda “Raimundos”, esteve pela primeira vez em Danbury, Connecticut, no dia 11 de outubro. Pregando e tocando na All Nations Baptist Church, ele falou ao Comunidade News da missão religiosa e do contato com a comunidade brasileira.

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Rodolfo chegou aos Estados Unidos na quarta-feira (7) e volta à cidade no dia 16, para participar do evento “GODFEST: A Christian RAVElution”, às 10pm, na mesma igreja. O cantor gospel percorreu ainda as cidades de Naugatuck e Bridgeport e os estados de Nova York e Carolina do Norte.

Bastante animado, Rodolfo percorreu várias igrejas, representando o Ministério Bola de Neve, onde ministra cultos. O cantor pregou mensagens, deu testemunhos e cantou hinos de adoração e louvor. No caso do evangelismo, segundo ele, é muito produtivo contar a própria história, especialmente para os jovens.

“Acho que quando Deus faz uma obra na nossa vida, é de muita ajuda compartilharmos isso. Às vezes as pessoas acham que não tem saída”, disse ele em entrevista exclusiva ao Comunidade News, complementando que Deus muda a vida. Quando o cantor fala de saída, se refere especialmente a quem entra no mundo das drogas.

Na opinião dele, a importância de estar entre a comunidade brasileira nos Estados Unidos é algo de grande valia, e que desmistifica o antigo Rodolfo. Segundo o cantor, ele antes era colocado num pedestal e tratado diferente. “Hoje em dia é muito legal poder estar de igual para igual, dividindo informações e compartilhando coisas que acontecem na vida. Acho que é um tipo de relacionamento muito mais saudável e proveitoso, quando você encurta esta distância para algo mais íntimo, digamos assim”.

Nascido e criado na classe média alta de Brasília, Rodolfo fundou a banda “Raimundos” com Digão. A banda de hardcore punk, com letras escrachadas e irreverentes, fez muito sucesso. No auge da carreira, Rodolfo saiu e fundou a Rodox. Mais tarde, por influência da esposa, Alexandra Horn, tornou-se evangélico. Gravou dois CDs nesta nova fase: “Santidade ao Senhor” e “Enquanto É Dia”. A “Raimundos” ainda existe, mas perdeu a evidência que tinha na época em que Rodolfo era integrante.
No dia 2 de novembro, o cantor volta para o Brasil. O período nos EUA serviu para rever velhos amigos e fazer novos. Mesmo convivendo com brasileiros, leva na bagagem algo mais. “Por mais que sejam todos brasileiros, a cultura aqui é diferente. Sempre se volta enriquecido”.

SBT parece continuar em guerra contra os evangélicos

SBT parece continuar em guerra contra os evangélicos, assista

Depois que o SBT afirmou que é contra lei ter programas evangélicos na TV a guerra parece ter sido armada, mas esta semana em dois programas da emissora o nível da disputa parece ter baixado.

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Em seu programa no SBT, o apresentador Ratinho debochou dos pastores que também têm programas em redes de televisão. Tudo aconteceu na tarde da última terça (20).

Carlos Massa brincou dizendo que não sabia como os pastores fariam a partir de agora para abençoar os copos de água, que eles mandam colocar em cima dos televisores, já que, como as TVs de plasmas são finíssimas, não teria como colocar copos em cima dos aparelhos.

Ratinho foi mais longe e, ainda em tom de brincadeira, disse que alguns pastores devem receber “espetadas na bunda” enquanto apresentam seus programas religiosos, porque eles ficam dando pulinhos diante das câmeras, enquanto vão falando e se exaltando, justificou o apresentador.

Na participação especial do jogador Ronaldo, do Corinthians, no programa dominical de Sílvio Santos, Lívia Andrade, ao lado do patrão e dono da emissora, disse que “Kaká está pastando” ao ouvir que o craque vai virar pastor. A repercussão da afirmação foi tanta que no twitter, o apresentador da TV Globo Luciano Huck chamou a Lívia de “louca”.

Banda U2 é cristã?

U2 é uma banda Cristã? O U2 tem uma carreira admirável no rock ‘n’ roll, tipo de música notório por recompensar artistas que cantam sobre coisas mais simples do que o mundo em que vivemos e o lugar que nele ocupamos.

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A banda – ou, em alguns casos, apenas Bono, seu homem de frente – já desempenhou o papel de pop star, pária, filho pródigo e proselitista. Porém, ao longo de seus 30 anos de carreira, a espiritualidade do U2 nunca rotulou sua música como rock cristão – estigma considerado medíocre no circuito comercial da música. O U2 vem mantendo primorosamente tanto seu lado espiritual como seu lado laico – em proporções que não limitariam seu alcance de público.

Greg Garret, professor da Baylor University e autor do livro “We Get to Carry Each Other: The Gospel According to U2” (Nós temos que nos apoiar: o evangelho segundo o U2), afirma que o rock cristão se tornou uma frase tóxica no pop por uma boa razão: “Temos a arte cristã, onde a arte é menos importante do que seu lado cristão. As crenças do U2 são filtradas em seu trabalho, mas nem por isso essa é a razão principal para que eles façam música”.

A reverenda Genevieve Razim, pastora associada da Palmer Memorial Episcopal Church, é quem diz: “Em minha posição episcopal, meu palpite sempre foi de que o moderno e o cristão podem ser compatíveis; e o U2 confirmou isso para mim. São inúmeras as mensagens na mídia de que ser cristão é o mesmo que ser rígido e intolerante, e eis que vem essa banda de rock fazendo perguntas importantes e expressando sua fé”.

Sendo assim, há anos o U2 vem fazendo canções sobre paz, justiça, espiritualidade e mistérios, e sua maneira de fazê-las revela uma inclinação ao que é elevado – seja o uso de salmos no início de sua carreira até sua visão panorâmica do mundo nos dias de hoje.

É importante ressaltar que o som do U2 tem muito a ver com seu sucesso de longa data. A banda Creed, por exemplo, é incessantemente criticada por fazer música copiada. A música do U2, porém, apesar de constantes mudanças, sempre foi imediatamente identificada como sendo única: seja a voz, os efeitos de guitarra ou a marcha militar da percussão. Como a música de Johnny Cash ou Nusrat Fateh Ali Khan, o som do U2, além de espiritual, é uma constante celebração (salvo algumas vezes em que mostra indignação), ao mesmo tempo em que atravessa limitações que alguns venham a encontrar em sua fé.

Fé particular

A arte de qualidade – seja ela religiosa ou não – deve ser imbuída de uma experiência reveladora para aqueles que a testemunham e a consomem.

Ainda assim, o U2 guarda uma relação tênue com o cristianismo. Os integrantes da banda são de uma época de sangrento conflito religioso em seu país de origem, a Irlanda. Três deles – Bono, o guitarrista The Edge e o baterista Larry Mullen Jr. – eram membros de uma comunidade cristã em Dublin que, segundo consta no livro de Garrett, os levou a acreditar que a vida no rock e a vida seguindo aquela fé não seriam compatíveis.

Garret questiona: “O que você faz quando é ferido pela instituição, mas ainda ama Deus?”

Uma reação é abandonar aquela instituição e começar sua própria. De certa forma, foi o que o U2 fez – apresentando ao público uma fé particular. A outra é tentar consertar a instituição já existente, que é o que Bono vem tentando fazer recentemente, proferindo palestras em igrejas por toda a América para estimular o auxílio à África.

Como é evidente no título de um dos maiores sucessos da banda, “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” (eu ainda não encontrei o que eu procuro), ele se encontra em uma busca interior, o que pode ter um efeito profundo naqueles que igualmente buscam por algo espiritual – e isso, juntamente com sua música, poderia explicar o extenso poder de atração que o U2 desperta.

Ainda assim, ter certeza de que esse “algo” foi encontrado é anular esse “algo” enquanto fé. Garrett destaca: “Muitos americanos estão comprometidos com uma visão de fé como uma crença absoluta. São pessoas que ficam sentadas olhando para o relógio. E foi para essa tarefa que Bono convocou as igrejas americanas: este modelo de salvação que ignora o fato de que fomos colocados aqui por uma razão especial, além da salvação pessoal. E é isso o que ele tem de mais persuasivo a oferecer: a ideia de que estamos juntos nessa jornada, caímos e nos levantamos juntos, carregamos uns aos outros”.

A faixa título do último álbum da banda, No Line on the Horizon (nenhuma linha no hrizonte) – o álbum mais voltado para a espiritualidade desde os primórdios do U2 – parece ser prova disso. Existe a imagem em si, a ausência de uma linha, um destino final. A canção também trás duas frases que valem ser destacadas: “O infinito é um bom lugar para começar”, e “O tempo é irrelevante, não é linear”.

Razim acha isso parecido com a abertura do Mar Vermelho. “Para mim, é como Deus abrindo um caminho onde parecia não haver caminho algum”. É a visão abrangente do cosmo, e do que está além dele, que não combina bem com a idéia do céu como um final de partida vitorioso. Tanto é que Bono disse à revista evangélica Christianity Today: “Costumo achar que a religião obstrui o caminho de Deus”. E The Edge falou à Hot Press em 2002: “Ainda tenho uma vida espiritual, mas não sou muito fã da religião por si só”.

Turnê eclesiástica

A Christianity Today definiu a turnê de Bono pelas igrejas americanas para incentivar o auxílio à África como “uma experiência de igrejas que deixam Bono com uma eclesiologia tão frágil que mede a missão da igreja quase que exclusivamente em termos geográficos”.

Garrett, porém, vê progressos nos trabalhos não-musicais de Bono. “Acho que hoje em dia mais pessoas acreditam nesta ideia de que a igreja precisa ser mais responsiva às necessidades do mundo e menos focada na salvação pessoal – especialmente entre os cristãos jovens. Acho que eles estavam na linha de frente disso”.

A música da banda encontrou seu caminho nas igrejas americanas através do serviço eucarístico U2charists, que vêm sendo realizado nos últimos seis anos.

Razim supervisionou dois deles na Palmer Memorial Episcopal Church: na passagem do ano de 2008 e no feriado de Juneteenth em 2009 – ambos com capacidade máxima de lotação. Um próximo está programado para o réveillon de 2009. A música de U2 é cantada e o dinheiro é arrecadado para as Metas de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, condição imposta pela banda em troca de permitir que sua música seja veiculada sem royalties.

Ela diz que o U2charist é uma ação genuína, além de apoiar o envolvimento comunitário da igreja.

E, apesar de um relacionamento de certa forma tenso entre o U2 e qualquer organização religiosa em particular, Razim, assim como Garrett, vê afinidade na espiritualidade da banda. “Tem a ver com buscar, procurar”, disse ele. “A primeira vez que ouvi uma canção do U2 eu detectei isso. É uma jornada, com a fé se desenvolvendo e fazendo perguntas difíceis. Acho que a música deles confirma e fortalece isso, ela é uma verdadeira expressão de quem somos neste lugar e neste momento”.

CONFIRMADO: Igreja Universal fez transações ilegais, segundo Ministério Público

CONFIRMADO: Igreja Universal fez transações ilegais, segundo Ministério Público

O Ministério Público Federal tem em seu poder documentos que indicam o uso de uma casa de câmbio chamada Diskline para fazer remessas de pelo menos R$ 17,9 milhões, em valores atualizados, para uma conta bancária em Nova York cuja beneficiária era a Igreja Universal do Reino de Deus.

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As remessas ocorreram, segundo as investigações, por meio de dólar-cabo, um sistema clandestino de transações internacionais que foge do controle do Banco Central. Por esse sistema, combatido pela Polícia Federal desde que foi descoberto, em meados dos anos 90, doleiros do país abastecem contas de brasileiros no exterior sem que o BC tenha conhecimento das operações.

É uma espécie de compensação paralela entre contas bancárias abertas no exterior em nome de empresas “offshore” sediadas em paraísos fiscais. O dinheiro é entregue pelo cliente ao doleiro, no Brasil, em espécie. Simultaneamente, o mesmo valor, excluída a “taxa de administração” cobrada pelo doleiro, é transferido de uma conta aberta fora do Brasil em nome de empresa de fachada controlada pelo doleiro. Operações desse tipo são consideradas, nos EUA, retransmissões ilegais de fundos.

Os documentos que revelam as operações foram produzidos pela Assessoria de Análise e Pesquisa da Procuradoria-Geral da República, em Brasília, tendo como base os achados das ações da PF e da CPI do Banestado. Num disquete apreendido na sede da Diskline e periciado pela PF, foi achada uma tabela que descreve 24 remessas feitas entre agosto de 1995 e fevereiro de 1996 no total de R$ 7,5 milhões, ou R$ 17,9 milhões atualizados pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor).

O dinheiro era entregue por uma pessoa identificada pelo código “Ildinha/Fé” e tinha como destino final a conta nº 365.1.007852 do antigo Chase Manhattan Bank de Nova York (EUA), adquirido no ano 2000 pelo JP Morgan, dando origem ao JPMorgan Chase & Co.

Conforme documentos constantes do CD-Rom, as operações envolvendo o nome de “Ildinha/Fé” são operações em que a diretora do Banco de Crédito Metropolitano e de empresas do grupo da Igreja Universal, sra. Alba Maria Silva da Costa, fazia com a mesa de operação da empresa Diskline de São Paulo, sendo o nome “Ildinha/Fé” uma referência à funcionária da igreja de nome Ilda, que, inicialmente, era encarregada de levar as malas de dinheiro para a empresa Diskline”, apontou o relatório.

Alba Maria, referida no relatório, é uma das pessoas denunciadas pelo Ministério Público de São Paulo, ao lado do líder da Iurd, Edir Macedo, por supostos crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Ela foi executiva de empresas controladas pela igreja.

Segundo as investigações, a Diskline teve como sócios Marcelo Birmarcker e Cristiana Marini. “Eles estão na relação de doleiros investigados no caso Banestado, sendo ambos titulares de três contas no Merchants Bank de Nova York, banco em que vários doleiros brasileiros possuíam conta e que teve o sigilo bancário afastado no curso das investigações”, prossegue o relatório datado de 22 de março de 2007.

Segundo o documento, as três contas do Merchants controladas por aqueles investigados são a Milano Finance (nº 9005035), a Pelican Holdings Group (nº 9007110) e a Florida Financial Group Ltd. (nº 9010264). Elas movimentaram (soma de entradas e saídas de recursos), entre janeiro de 1998 e janeiro de 2003, aproximadamente US$ 164 milhões.

Trading

Outro relatório federal descreve operações da “offshore” CEC Trading Corporation, aberta em nome do irmão de Edir Macedo, Celso Macedo Bezerra, com a empresa Beacon Hill Service Corporation, fechada em 2003 pelas autoridades dos EUA sob acusação de retransmissão ilegal de fundos.

A Beacon Hill –que no Brasil deu origem à maior operação deflagrada contra doleiros, a Operação Farol da Colina– transferiu US$ 76 mil para a CEC Trading entre dezembro de 1997 e junho de 1998. Os recursos foram transferidos por meio de uma subconta denominada “Titia”, igualmente gerida por doleiros do Brasil.

‘Nos contratos de câmbio recebidos do Banco Central do Brasil há a informação de que a Rádio e Televisão Record S.A. remeteu para o exterior a quantia de US$ 1,2 milhão para a CEC Trading Corporation, na mesma conta que recebeu recursos de doleiros da Beacon Hill, qual seja, a conta nº 3871339802, mantida no Barnett Bank da Flórida’, diz relatório da Procuradoria-Geral da República de outubro de 2005.

Outro lado

A Igreja Universal do Reino de Deus, procurada pela Folha na semana passada para falar sobre os relatórios em poder do Ministério Público Federal, informou na quinta-feira, por meio de sua assessoria, que não comentaria o assunto por falta de informações suficientes.

Em e-mail enviado às 13h42 da última terça-feira, a Folha detalhou os principais pontos dos relatórios do Ministério Público Federal e fez sete perguntas à Igreja Universal.

Eis a íntegra da nota enviada, em resposta, por sua assessoria: “Os advogados do escritório Moraes Pitombo não conseguiram ter acesso à investigação do Ministério Público e por esse motivo a Igreja Universal do Reino de Deus não irá se pronunciar a respeito desses fatos. As perguntas referentes ao senhor Celso Macedo e à Rede Record devem ser direcionadas a eles, pois a igreja responde somente por ela”.

Após a resposta da Igreja Universal, a Folha procurou a Rede Record e também pediu os telefones e contatos de Celso Macedo, citado nos relatórios do Ministério Público.

Em e-mail enviado à Folha, a Record confirmou uma transação comercial com a CEC Trading. “A Rádio e Televisão Record S/A não efetivou conforme o narrado acima [em perguntas enviadas pela Folha]. As transferências de valores que existiram à CEC Trading Corporation foram devidamente registradas através do Banco Central, referente ao pagamento de importação de equipamentos para o exercício de sua atividade”, afirmou.
Celso Macedo não foi localizado para comentar o assunto.

Em entrevista à Folha em agosto passado, o advogado dos líderes da Igreja Universal do Reino de Deus que foram denunciados pelo Ministério Público, Arthur Lavigne, negou quaisquer irregularidades.