sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

U2 faz música com fé sem rótulo de rock cristão

O U2 tem uma carreira admirável no rock ‘n’ roll, tipo de música notório por recompensar artistas que cantam sobre coisas mais simples do que o mundo em que vivemos e o lugar que nele ocupamos.

A banda – ou, em alguns casos, apenas Bono, seu homem de frente – já desempenhou o papel de pop star, pária, filho pródigo e proselitista. Porém, ao longo de seus 30 anos de carreira, a espiritualidade do U2 nunca rotulou sua música como rock cristão - estigma considerado medíocre no circuito comercial da música. O U2 vem mantendo primorosamente tanto seu lado espiritual como seu lado laico - em proporções que não limitariam seu alcance de público.


Greg Garret, professor da Baylor University e autor do livro “We Get to Carry Each Other: The Gospel According to U2” (Nós temos que nos apoiar: o evangelho segundo o U2), afirma que o rock cristão se tornou uma frase tóxica no pop por uma boa razão: “Temos a arte cristã, onde a arte é menos importante do que seu lado cristão. As crenças do U2 são filtradas em seu trabalho, mas nem por isso essa é a razão principal para que eles façam música”.

A reverenda Genevieve Razim, pastora associada da Palmer Memorial Episcopal Church, é quem diz: “Em minha posição episcopal, meu palpite sempre foi de que o moderno e o cristão podem ser compatíveis; e o U2 confirmou isso para mim. São inúmeras as mensagens na mídia de que ser cristão é o mesmo que ser rígido e intolerante, e eis que vem essa banda de rock fazendo perguntas importantes e expressando sua fé”.

Sendo assim, há anos o U2 vem fazendo canções sobre paz, justiça, espiritualidade e mistérios, e sua maneira de fazê-las revela uma inclinação ao que é elevado - seja o uso de salmos no início de sua carreira até sua visão panorâmica do mundo nos dias de hoje.

É importante ressaltar que o som do U2 tem muito a ver com seu sucesso de longa data. A banda Creed, por exemplo, é incessantemente criticada por fazer música copiada. A música do U2, porém, apesar de constantes mudanças, sempre foi imediatamente identificada como sendo única: seja a voz, os efeitos de guitarra ou a marcha militar da percussão. Como a música de Johnny Cash ou Nusrat Fateh Ali Khan, o som do U2, além de espiritual, é uma constante celebração (salvo algumas vezes em que mostra indignação), ao mesmo tempo em que atravessa limitações que alguns venham a encontrar em sua fé.

Fé particular

A arte de qualidade – seja ela religiosa ou não – deve ser imbuída de uma experiência reveladora para aqueles que a testemunham e a consomem.

Ainda assim, o U2 guarda uma relação tênue com o cristianismo. Os integrantes da banda são de uma época de sangrento conflito religioso em seu país de origem, a Irlanda. Três deles – Bono, o guitarrista The Edge e o baterista Larry Mullen Jr. – eram membros de uma comunidade cristã em Dublin que, segundo consta no livro de Garrett, os levou a acreditar que a vida no rock e a vida seguindo aquela fé não seriam compatíveis.

Garret questiona: “O que você faz quando é ferido pela instituição, mas ainda ama Deus?”

Uma reação é abandonar aquela instituição e começar sua própria. De certa forma, foi o que o U2 fez - apresentando ao público uma fé particular. A outra é tentar consertar a instituição já existente, que é o que Bono vem tentando fazer recentemente, proferindo palestras em igrejas por toda a América para estimular o auxílio à África.

Como é evidente no título de um dos maiores sucessos da banda, “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” (eu ainda não encontrei o que eu procuro), ele se encontra em uma busca interior, o que pode ter um efeito profundo naqueles que igualmente buscam por algo espiritual - e isso, juntamente com sua música, poderia explicar o extenso poder de atração que o U2 desperta.

Ainda assim, ter certeza de que esse “algo” foi encontrado é anular esse “algo” enquanto fé. Garrett destaca: “Muitos americanos estão comprometidos com uma visão de fé como uma crença absoluta. São pessoas que ficam sentadas olhando para o relógio. E foi para essa tarefa que Bono convocou as igrejas americanas: este modelo de salvação que ignora o fato de que fomos colocados aqui por uma razão especial, além da salvação pessoal. E é isso o que ele tem de mais persuasivo a oferecer: a ideia de que estamos juntos nessa jornada, caímos e nos levantamos juntos, carregamos uns aos outros”.

A faixa título do último álbum da banda, No Line on the Horizon (nenhuma linha no hrizonte) – o álbum mais voltado para a espiritualidade desde os primórdios do U2 – parece ser prova disso. Existe a imagem em si, a ausência de uma linha, um destino final. A canção também trás duas frases que valem ser destacadas: “O infinito é um bom lugar para começar”, e “O tempo é irrelevante, não é linear”.

Razim acha isso parecido com a abertura do Mar Vermelho. “Para mim, é como Deus abrindo um caminho onde parecia não haver caminho algum”. É a visão abrangente do cosmo, e do que está além dele, que não combina bem com a idéia do céu como um final de partida vitorioso. Tanto é que Bono disse à revista evangélica Christianity Today: “Costumo achar que a religião obstrui o caminho de Deus”. E The Edge falou à Hot Press em 2002: “Ainda tenho uma vida espiritual, mas não sou muito fã da religião por si só”.

Turnê eclesiástica

A Christianity Today definiu a turnê de Bono pelas igrejas americanas para incentivar o auxílio à África como “uma experiência de igrejas que deixam Bono com uma eclesiologia tão frágil que mede a missão da igreja quase que exclusivamente em termos geográficos”.

Garrett, porém, vê progressos nos trabalhos não-musicais de Bono. “Acho que hoje em dia mais pessoas acreditam nesta ideia de que a igreja precisa ser mais responsiva às necessidades do mundo e menos focada na salvação pessoal - especialmente entre os cristãos jovens. Acho que eles estavam na linha de frente disso”.

A música da banda encontrou seu caminho nas igrejas americanas através do serviço eucarístico U2charists, que vêm sendo realizado nos últimos seis anos.

Razim supervisionou dois deles na Palmer Memorial Episcopal Church: na passagem do ano de 2008 e no feriado de Juneteenth em 2009 - ambos com capacidade máxima de lotação. Um próximo está programado para o réveillon de 2009. A música de U2 é cantada e o dinheiro é arrecadado para as Metas de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, condição imposta pela banda em troca de permitir que sua música seja veiculada sem royalties.

Ela diz que o U2charist é uma ação genuína, além de apoiar o envolvimento comunitário da igreja.

E, apesar de um relacionamento de certa forma tenso entre o U2 e qualquer organização religiosa em particular, Razim, assim como Garrett, vê afinidade na espiritualidade da banda. “Tem a ver com buscar, procurar”, disse ele. “A primeira vez que ouvi uma canção do U2 eu detectei isso. É uma jornada, com a fé se desenvolvendo e fazendo perguntas difíceis. Acho que a música deles confirma e fortalece isso, ela é uma verdadeira expressão de quem somos neste lugar e neste momento”.

PG-Novo cd : A conquita previsto para janeiro de 2010

O cd terá 13 músicas sendo 01 regravação e 02 versões, Hadassa, filha do cantor PG faz participação na música Gratidão.

A música título do cd tem 08:10 minutos e retrata toda a história do cd.

Cada música foi escrita baseada em um salmo, a música que abre o cd, intitulada Junto as Águas, fala sobre o salmo 1.

No decorrer do cd você ouvirá canções que retratam o dia a dia da vida de um cristão como: Velho homem, Gratidão, Louvarei na tempestade, Paraíso, dentre outras.



A parte visual é outro atrativo já que todo o projeto é lúdico e com imagens com um tratamento que lembra pinturas em tela que mostram o trajeto até a conquista da vida eterna, nas imagens você verá momentos de medo, de perseverança, de decisões e de grandes proezas em Deus.

No geral, é um cd que leva todos à uma reflexão da maior e verdadeira conquista do ser humano: a eternidade ao lado de Cristo!

Em janeiro/2010 você terá a oportunidade de conferir por completo o quarto cd da carreria solo do PG, e ouvir e ver um pouco mais do que Deus tem colocado nas ministrações e no coração deste ministério

Vamos à conquista!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Banda Grato! vence a etapa DF do GAS Sound

Banda Grato! vence a etapa DF do GAS Sound

GAS Sound é o maior concurso de bandas do Brasil e vai ao ar todos os domingos às 20h na RedeTV! com apresentação de Toni Garrido (Ex-Cidade Negra) e os jurados: Eduardo Smith de Vasconcellos Suplicy (Supla), Márvio Lúcio (Carioca do Pânico na TV), George Israel (Kid Abelha), Ricardo di Roberto (Japinha do CPM22).

No último domingo, 31 de agosto, aconteceu a primeira seleção no Distrito Federal, com cinco bandas. Foram elas: Berlinda, Cerveza de Litro, Banduirá e Grato!.

Quem ganhou essa primeira seleção foi a banda Grato!. Foram muito elogiados por todos os jurados e agora partem para a etapa final que será gravada em São Paulo com as dez bandas selecionadas nacionalmente.

A banda vencedorá do concurso ganhará um contrato de dois anos com a Som Livre.

Versão Cristã do jogo ‘Guitar Hero’ será lançada

Versão Cristã do jogo ‘Guitar Hero’ será lançada

Uma empresa norte-americana de jogos de temática religiosa lançará uma versão do game “Guitar Hero” apenas com músicas cristãs.

O jogo para computadores PC e Mac será lançado no final de setembro e já pode ser encomendado no site da Digital Praise por US$ 99,95 (cerca de R$ 162), com a guitarra e o software.

De acordo com o site da empresa, “Guitar Praise” vem com 52 canções de rock cristão, entre elas sucessos dos anos 80, 90 e atuais.

“Pegue sua guitarra e toque com as melhores bandas cristãs!”, diz o site da Digital Praise na página de pré-venda do game.

“Guitar Hero” é um dos mais populares jogos de videogame atualmente. Entre os artistas que já ofereceram suas canções no game estão Aerosmith, Jimi Hendrix e Metallica, entre outras.

12 Stones – Broken
Bride – Same Ol’ Sinner
Caedmons Call – There You Go
Casting Crowns – Lifesong
Chris Tomlin – Made to Worship
Darrell Evans – So Good To Me
David Crowder Band – Foreverandever Etc.
Day Of Fire – Reap and Sow
dc Talk – Jesus Freak
Family Force 5 – Love Addict
Flyleaf – Perfect
Hawk Nelson – The Show
Hawk Nelson – Friend Like That
Inhabited – Rescue Me
Israel & New Breed – All Around
James Clay – Franklin Park
Jared Anderson – Blind Man
Jennifer Knapp – Undo Me
Jeremy Camp – Tonight
Jessie Daniels – What I Hear
Jonah33 – Father’s Song
Josh Bates – Perfect Day
Kutless – Beyond the Surface
Kutless – Hearts of the Innocent
Lincoln Brewster – Spin
Nate Sallie – All About You
Nevertheless – The Real
Newsboys – Something Beautiful
Paul Baloche – Rock of Ages
Paul Baloche – All The Earth Will Sing Your Praises
Petra – Backsliding Blues
Pillar – When Tommorrow Comes
Red – Breathe Into Me
Relient K – I Need You
Seventh Day Slumber – Awake
Skillet – The Older I Get
Skillet – Rebirthing
Skillet – Savior
Spoken – Wind In My Sails
Spoken – Falling Further
Spur 58 – Sleepwalkers
Stellar Kart – Procrastinating
Superchick – We Live
The Crucified – The Pit
This Beautiful Republic – Going Under
Thousand Foot Krutch – The Flame in All of Us
Thousand Foot Krutch – The Art of Breaking
tobyMac – I’m For You
Todd Agnew – This Fragile Breath
Warren Barfield – My Heart Goes Out
Whitecross – Who Will You Follow
Whitecross – When The Walls Tumble Down

Mauro Henrique falando um pouco sobre a sua entrada na banda Oficina G3

Mauro Henrique fala sobre ele na banda Oficina G3

Confira abaixo Mauro Henrique falando um pouco sobre a sua entrada na banda Oficina G3.

“Olá, galera!
Sou Mauro Henrique, novo integrante do Oficina G3. Inicialmente, peço desculpa pela demora em pronunciar-me desde minha oficialização no Oficina. Nesses últimos dias tem sido corrido para poder cumprir com meus compromissos anteriormente assumidos e, ao mesmo tempo, conseguir gravar o novo CD com o Oficina.

Quero agradecer muito ao nosso Deus e a todos que me apóiam nessa caminhada que iniciarei juntamente com meus brothers do Oficina.

Sou cristão, nascido de novo e regenerado pela Palavra do Evangelho do nosso Senhor Jesus Cristo. Eu e minha esposa fazemos parte do Ministério Apostólico De Volta à Palavra, em Brasília-DF, liderado pelo Bispo Alexandre Rodrigues.
Creio que minha entrada no Oficina foi algo vindo de Deus. Todos nós percebemos o agir do Senhor pelas mais diversas formas.

Participava de uma banda (Fullrange, cristã, em que nos reuníamos toda quinta-feira para estudar a Bíblia) que estava inativa quando os rapazes do Oficina sentiram no coração de me chamar pra ter comunhão com eles. Deus faz as coisas na hora certa, alguns chamam isso de coincidência, mas, nós vemos que isso é o agir de Deus, que é Soberano, cumprindo assim o Seu propósito. Deus faz todas as coisas segundo o conselho da Sua vontade.

Assim, o início de uma grande amizade e de muitos propósitos em comum, de ambas as partes. Possuímos os mesmos ideais: servir ao Senhor e desenvolver a salvação que Ele nos propôs. É incrível! Quando Deus está presente, tudo se encaixa, por isso, foi natural a química entre nós.

Além da Fullrange, que era a minha banda, e outras participações em projetos, sou produtor musical e técnico de áudio já há sete anos. Neste ano, por exemplo, serão lançados no mercado cerca de seis trabalhos (todos cristãos) que participei como produtor musical ou produtor vocal. Embora eu tenha estudado inúmeras vertentes, meu estilo sempre foi rock n’ roll, tá na veia!

Podem ter certeza de que estou muito feliz e animado quanto a tudo que está acontecendo e quanto a tudo que ainda está por vir! Temos muito trabalho pela frente, porém, acima de tudo, sabemos de uma coisa: De que Dele, por meio Dele, e para Ele são todas as coisas. A Ele, pois a glória eternamente, amém! (Rm 11:36). Sigamos o propósito do Senhor: de fazer convergir no Seu Filho amando todas as coisas, tanto as do céu como as da terra (Efésios 1:10). Agradeço mais uma vez por tudo e peço que orem por nós.

Fiquem na paz do nosso Senhor Jesus Cristo!
Um abração a todos.”

Fonte: Site oficial Oficina G3

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Músico secular diz que é “crente verdadeiro” e lança cd de natal


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Bob Dylan teceu reflexões sobre natais passados, almoços com peru e suas canções natalinas favoritas em uma entrevista rara publicada por uma revista para pessoas sem-teto, publicada nesta quinta-feira, 26. O cantor de 68 anos deixou fãs e críticos perplexos com seu novo álbum, “Christmas in the heart”, uma coleção de canções tradicionais de Natal cantadas em sua voz rouca e gutural.

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O álbum natalino também reforçou as especulações entre os “observadores de Dylan” em torno da religião atual do cantor, se é que ele tem alguma. Entre 1979 e 1981 Dylan foi cristão evangélico e lançou três álbuns de temática religiosa. Ele disse ao entrevistador: “Sou um crente verdadeiro”, mas não deu maiores detalhes.

Toda a receita deste novo disco será revertida para organizações de caridade para sem-teto e famintos nos Estados Unidos, Grã-Bretanha e 80 países pobres.

Indagado sobre a razão de ter escolhido essas organizações, Dylan disse ao entrevistador: “Elas levam a comida diretamente às pessoas. Sem organização militar, sem burocracia, sem tratar com governos.”

A entrevista exclusiva saiu na revista britânica “The Big Issue” e em jornais semelhantes distribuídos nas ruas na América do Norte.

Bob Dylan disse que, embora seja judeu, nunca se sentiu deixado de fora do Natal quando era menino, em Minnesota. Ele recordou “muita neve, sinos de Natal, pessoas indo de porta em porta cantando canções de Natal, trenós nas ruas, sinos da cidade tocando, peças de teatro sobre o nascimento de Jesus.”

Dylan falou que, para ele, um bom almoço de Natal tem peru assado com purê de batatas e molho, couve e todos os acompanhamentos tradicionais. As canções do álbum de Natal “fazem parte de minha vida, assim como as canções folclóricas”, disse.

Por que o Natal tem as melhores canções? “Talvez porque o Natal seja algo que existe em todo o mundo e com o qual todo o mundo pode se identificar à sua própria maneira.”

O lançamento do álbum natalino veio apenas intensificar o enigma de Bob Dylan, além de coroar um ano repleto de acontecimentos para ele.

O músico fez mais de 100 shows na Europa e América do Norte, dentro de sua turnê “Never Ending”, e liderou as paradas na Grã-Bretanha e nos EUA com seu álbum “Together through life.”

Em julho Dylan foi detido em Nova Jersey quando moradores viram um homem encapuzado perambulando em sua rua debaixo de chuva. O jovem policial chamado não reconheceu o compositor e cantor premiado com o Oscar e o Grammy.